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Ministro diz que protestos contra Dilma são um direito dos cidadãos

O ministro-chefe da Casa Civil da Presidência brasileira afirmou hoje que os protestos contra o governo são um "direito" dos cidadãos, mas criticou a polarização entre eleitores após a reeleição de Dilma Rousseff, que chamou de "terceira volta"

© Ueslei Marcelino / Reuters

"O Brasil tem dois turnos [duas voltas]. Não pode haver terceiro turno [terceira volta]. O que preocupa é que tivemos uma eleição bastante polarizada, que teve momentos de radicalização, e precisamos construir uma cultura de tolerância, de diálogo", disse hoje Aloízio Mercadante, citado pela Folha de São Paulo, em conferência de imprensa. 

A conferência realizou-se um dia depois de manifestações realizadas contra Rousseff em diversas cidades brasileiras, enquanto a Presidente fazia uma comunicado a propósito do Dia Internacional da Mulher, através da rádio e da televisão.

Em mais de dez capitais de Estados houve "panelaço" (protesto com utilização de panelas) e vaias durante e após o discurso. 

Mercadante realçou que as manifestações ocorreram em bairros e cidades em que Rousseff foi derrotada nas eleições de outubro do ano passado. A conferência foi realizada após uma reunião entre o ministro, a Presidente e o vice-Presidente, Michel Temer. 

Segundo Mercadante, a ideia do governo é reunir semanalmente com Temer e ministros, para auxiliar nas relações com o Poder Legislativo e com a coligação, cujos maiores partidos são o Partido do Movimento Democrático Nacional (PMDB), do vice-Presidente, que vive atualmente uma crise com o governo e quer mais protagonismo, e o Partido dos Trabalhadores, de Rousseff.

As opiniões de eleitores partidários da Presidente Dilma Rousseff e opositores do governo serão vistas em manifestações nos próximos dias. 

Na sexta-feira, a Central Única dos Trabalhadores, o sindicato dos trabalhadores da indústria petrolífera e outros movimentos sociais aliados do governo levarão a cabo ações em diferentes cidades em defesa da Petrobras, empresa no centro de um caso de corrupção que envolve partidos e políticos da coligação governamental.

Pelo contrário, críticos de Rousseff convocaram para domingo, dia 15, manifestações em diversos municípios contra o governo. Entre os grupos envolvidos, há inclusive os que defendem o 'impeachment' (impugnação do mandato presidencial) da Presidente. 


Lusa
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