sicnot

Perfil

Mundo

PM timorense deixou Díli para fazer exames médicos em Singapura

O avião que transporta o primeiro-ministro timorense, Rui Maria Araújo, para exames médicos em Singapura, partiu hoje cerca das 12:50 locais (03:50 em Lisboa) do aeroporto Nicolau Lobato em Díli. 

(Reuters/ Arquivo)

(Reuters/ Arquivo)

© Lirio Da Fonseca / Reuters

O avião, um Learjet 35A, que viajou de Darwin com uma equipa médica a bordo, transporta Rui Maria Araújo, que vai ser observado no National University Hospital, em Singapura.

 

O primeiro-ministro timorense, Rui Maria Araújo, foi internado no Hospital Nacional Guido Valadares, em Díli, no domingo depois de se ter sentido mal em casa, após uma viagem de fim de semana para fora de Díli.

 

"O senhor primeiro-ministro está em boas condições, em geral, mais precisa de realizar análises mais profundas sobre a sua situação geral. Como as condições do hospital em Díli são limitadas, são precisas análises mais profundas para um diagnóstico mais certo", afirmou hoje a ministra da Saúde, Maria do Céu da Costa.

 

A governante falava numa conferência de imprensa conjunta com o diretor geral do Hospital Nacional Guido Valadares, José Antonio Gusmão Guterres, pouco tempo antes de Rui Araújo ser transportado para Singapura, onde será assistido no National University Hospital.

 

"Vai ser transportado para Singapura para realizar análises mais claras e realizar o tratamento mais adequado", explicou.

 

Questionada pela agência Lusa sobre exatamente o que aconteceu ao primeiro-ministro, nomeadamente sobre se se tratou de uma trombose leve, a ministra disse que para já não há condições para diagnosticar exatamente o que ocorreu.

 

 Lusa

  • Veio para Portugal para estar mais perto da natureza mas o fogo levou-lhe tudo
    4:59
  • Não me parece o melhor princípio político, mas percebo que António Costa queira ter junto de si, sobretudo em tempos difíceis, os mais próximos. Os homens de confiança pessoal e política. Em plena tempestade, o primeiro-ministro chamou dois amigos de longa data, ex-colegas da Faculdade de Direito, Eduardo Cabrita e Pedro Siza Vieira. E eles não disseram que não.

    Bernardo Ferrão