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Supermercados venezuelanos limitam venda de alguns produtos a um dia da semana

A Central Madeirense (CM), uma das principais redes de supermercados portugueses da Venezuela, anunciou esta terça-feira que venderá produtos escassos no mercado apenas uma vez por semana a cada cliente.

Cada cliente poderá comprar somente de acordo com a terminação do seu Bilhete de Identidade (BI) venezuelano, refere o anúncio colocado na entrada das 54 sucursais da rede de supermercados. (Arquivo)

Cada cliente poderá comprar somente de acordo com a terminação do seu Bilhete de Identidade (BI) venezuelano, refere o anúncio colocado na entrada das 54 sucursais da rede de supermercados. (Arquivo)

© Jorge Silva / Reuters

Cada cliente poderá comprar somente de acordo com a terminação do seu Bilhete de Identidade (BI) venezuelano, refere o anúncio hoje colocado na entrada das 54 sucursais da rede de supermercados. 

A verificação será feita por um segurança nas filas de compradores, que só deixará passar os clientes de acordo com o número do documento de identificação.

As restrições, segundo fonte da rede de supermercados, aplicam-se apenas para quase três dezenas de produtos cujos preços são subsidiados pelo Governo venezuelano e que os clientes se queixam de que são difíceis de conseguir no mercado local.

"O serviço de padaria, aparelhos e outros alimentos (cujo preço não está regulado) podem adquirir-se sem restrição, dependendo de existirem" em stock, disse a mesma fonte.

Na Venezuela são cada vez mais frequentes as queixas dos venezuelanos sobre as dificuldades para conseguir produtos essenciais como o leite, óleo, café, açúcar, margarina, fraldas, papel higiénico, lâminas de barba, champô, sabonetes, preservativos, entre outros.

Diariamente os supermercados registam grandes filas de clientes à procura de produtos que muitas vezes são comprados na totalidade sem sequer serem colocados nas prateleiras.

Para conseguir os produtos, os venezuelanos podem ter de estar várias horas diárias nas filas de diferentes estabelecimentos comerciais.
Lusa
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