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Vida de Angela Merkel chega ao grande ecrã em 2017

Uma produtora alemã anunciou hoje que está a preparar um filme sobre a vida da chanceler alemã Angela Merkel, obra que deve chegar aos cinemas em 2017, ano de eleições legislativas na Alemanha.

Markus Schreiber

O filme biográfico, que poderá intitular-se "Angela Merkel", será uma coprodução internacional, anunciou a produtora alemã AVE Gesellschaft fur Fernsehproduktion mbH, num comunicado.

A grande questão será quem irá desempenhar o papel de Merkel, de 60 anos, muitas vezes caracterizada como a mulher mais poderosa do mundo. A produtora afirmou que não espera decidir sobre esta questão até ao final do ano.

O argumento foi escrito por Dirk Kurbjuweit, um jornalista do semanário alemão Der Spiegel, indicou o mesmo comunicado.

Kurbjuweit "é um conhecedor do contexto político alemão (...). Conhece muito bem a chanceler", referiu Walid Nakschbandi, diretor da produtora AVE.

"Angela Merkel é fascinante e conhecida no mundo inteiro. Ela faz sensação (...). É tempo de passar a sua vida para o cinema para o público mundial", acrescentou o responsável.

Filha de um pastor luterano, Merkel nasceu em Hamburgo, na Alemanha Ocidental, a 17 de julho de 1954, mas pouco tempo depois a sua família partiu para Templin, na ex-República Democrática Alemã (RDA). A chanceler alemã é licenciada e doutorada em Física.

Recentemente, a edição francesa da revista norte-americana Vanity Fair descreveu Merkel como um "animal político", considerando ainda a chanceler como a "mulher mais poderosa do mundo".

A revista caracterizou a chefe do Governo alemão como uma mulher fria e calculista, cujo único objetivo é manter-se no poder

"É a figura feminina da política mais excitante da nossa época", considerou o jornalista alemão e responsável pelo argumento do filme, Dirk Kurbjuweit.

Para as eleições legislativas de 2017, os analistas anteveem uma quarta candidatura de Merkel, que foi eleita chanceler pela primeira vez em 2005. As mais recentes sondagens dão à líder do conservador União Democrata-Cristã (CDU) uma ampla vitória.

Lusa

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