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Seis mortos e 10 feridos em ataque no estado indiano de Caxemira

Pelo menos seis pessoas morreram e dez ficaram feridas, esta sexta-feira, num confronto entre alegados rebeldes e as forças de segurança de Caxemira, Índia, no primeiro incidente grave desde a formação de um novo governo regional há 20 dias.

Dez pessoas, nove polícias e um civil, ficaram feridos no ataque à esquadra, para onde foram enviados reforços da polícia e do exército.

Dez pessoas, nove polícias e um civil, ficaram feridos no ataque à esquadra, para onde foram enviados reforços da polícia e do exército.

© Stringer India / Reuters

De acordo com a agência noticiosa local IANS, que citou fontes policiais, dois homens, com uniformes militares, armas automáticas e granadas, abateram a tiro um civil e três polícias numa esquadra de Rajbagh, no estado de Jammu-Caxemira, no extremo noroeste da Índia, a cerca de 15 quilómetros da fronteira com o Paquistão.  

Os dois atacantes morreram durante o confronto, que começou às 06:00 (00:30 em Lisboa) e se prolongou por sete horas. 

Dez pessoas, nove polícias e um civil, ficaram feridos no ataque à esquadra, para onde foram enviados reforços da polícia e do exército.  

Na conta oficial da rede social "Twitter", o ministro do Interior indiano, Rajnath Singh, considerou os atacantes "dois terroristas" e elogiou a "atuação admirável" das forças de segurança. 

Este é o primeiro incidente grave desde que, no início do mês, tomou posse o novo executivo regional, uma coligação entre o Partido Democrático Popular (PDP), que propunha a autonomia para a região de Caxemira indiana, e o Bharatiya Janata (BJP, sigla em inglês), o partido nacionalista hindu do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.

Jammu-Caxemira é o único estado indiano de maioria muçulmana e o Paquistão reclama a soberania sobre a zona, desde a partição do subcontinente em 1947, no final da época colonial britânica. 

As duas potências nucleares travaram já duas guerras pelo domínio em Caxemira. 

A Índia acusa o Paquistão de apoiar os rebeldes no estado, onde na primeira semana de janeiro morreram 14 pessoas, entre militares e civis, em incidentes violentos junto à denominada Linha de Controlo, que divide o território entre os dois países. 
Lusa
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