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Manifestante em topless perseguida no Parlamento canadiano

Uma mulher em 'topless' enfureceu-se esta segunda-feira contra uma proposta de lei anti-terror no parlamento do Canadá, alegando que esta vai infringir os direitos civis.

Os trabalhos foram suspensos brevemente, devido ao tumulto, e a manifestante foi detida sob acusação de indecência, estando proibida de voltar ao parlamento durante um ano. (Arquivo)

Os trabalhos foram suspensos brevemente, devido ao tumulto, e a manifestante foi detida sob acusação de indecência, estando proibida de voltar ao parlamento durante um ano. (Arquivo)

© Chris Wattie / Reuters

A mulher, que faz parte de um grupo feminista com sede em Paris, o Femen, foi perseguida por agentes de segurança ao longo da galeria pública da Câmara dos Comuns após tirar o top que vestia, tendo gritado que a lei anti-terror era uma "guerra contra a liberdade".

Os trabalhos foram suspensos brevemente, devido ao tumulto, e a manifestante foi detida sob acusação de indecência, estando proibida de voltar ao parlamento durante um ano.

Na sua página de Facebook, o grupo francês Femen afirmou que a proposta C-51 vai infringir a liberdade de expressão dos canadianos e interferir com outros direitos, tendo as suas preocupações com um eventual abuso por parte das autoridades obtido eco junto de ativistas ambientais, indígenas, quatro ex-primeiros ministros, entre outros.

O governo insiste em que as medidas visam apenas "terroristas", surgindo na sequência dos incidentes de 22 de outubro, em que um atirador solitário matou um soldado de sentinela ao Memorial Nacional da Guerra e depois atacou o parlamento, onde disparou vários tiros.

O mais provável é que a lei seja votada antes da pausa de verão dos deputados, no final de junho.
Lusa
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