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Comissão Europeia pede "libertação imediata" de feministas chinesas

A Comissão Europeia pediu a "libertação imediata" das cinco ativistas chinesas dos direitos das mulheres detidas há cerca de duas semanas, disse o porta-voz da Comissão num comunicado difundido hoje pela delegação da União Europeia na China. 

© Yannis Behrakis / Reuters

"A recente prisão e detenção das ativistas por elas pretenderem lançar uma campanha contra o assédio sexual por ocasião do Dia Internacional da Mulher (8 de Março) viola o seu direito de manifestação pacífica", refere o comunicado.


Recordando o 20.º aniversário da 4.ª Conferencia Mundial da ONU sobre a Mulher, realizada em Pequim, a Comissão Europeia exorta a China a "não restringir as atividades dos defensores dos direitos humanos que promovem os direitos das mulheres".


As ativistas - Wu Rongrong, Zheng Churan, Wei Tingting, Wang Man e Li Tingting - pretendiam distribuir nos transportes públicos autocolantes com a frase: "Polícia: prendam os que praticam assédio sexual".


Advogados citados na imprensa de Hong Kong dizem que as ativistas, com idades entre os 25 e 30 anos, foram acusadas de "provocar distúrbios".


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