sicnot

Perfil

Mundo

Supremo italiano decide sexta-feira caso de Amanda Knox

Galeria de fotos

O Supremo Tribunal italiano adiou para sexta-feira a decisão de manter ou não a condenação de Amanda Knox a 28 anos e meio por homicídio. 

Amanda Knox antes de ser entrevistada no programa "Today" da NBC News em stembro de 2013.

Amanda Knox antes de ser entrevistada no programa "Today" da NBC News em stembro de 2013.

© Brendan McDermid / Reuters

Os irmãos de Meredith Kercher: Lyle e Stephanie aquando da leitura da sentença que condenou Amanda a 28 anos e meio de prisão em janeiro de 2014 que veio confirmar a condenação de primeira instância.

Os irmãos de Meredith Kercher: Lyle e Stephanie aquando da leitura da sentença que condenou Amanda a 28 anos e meio de prisão em janeiro de 2014 que veio confirmar a condenação de primeira instância.

© Giampiero Sposito / Reuters

Amanda Knox emociona-se durante uma entrevista na ABC, "Good Morning America" em Nova Iorque, em janeiro de 2014.

Amanda Knox emociona-se durante uma entrevista na ABC, "Good Morning America" em Nova Iorque, em janeiro de 2014.

© Andrew Kelly / Reuters

Stephanie Kercher e Lyle Kercher irmãos da vítima durante a conferência de imprensa, após a leitura da sentença que confirmou a pena de 28 anos e meio de prisão para Amanda Knox.

Stephanie Kercher e Lyle Kercher irmãos da vítima durante a conferência de imprensa, após a leitura da sentença que confirmou a pena de 28 anos e meio de prisão para Amanda Knox.

© Giampiero Sposito / Reuters

A casa onde ocorreu o crime e onde viviam Amanda Knox e a Meredith Kercher em Perúgia, Itália.

A casa onde ocorreu o crime e onde viviam Amanda Knox e a Meredith Kercher em Perúgia, Itália.

© Daniele la Monaca / Reuters

Raffaele Sollecito, à época, namorado de Amanda Knox, condenado pelo assassinato de Meredith Kercher, a 25 anos de prisão.

Raffaele Sollecito, à época, namorado de Amanda Knox, condenado pelo assassinato de Meredith Kercher, a 25 anos de prisão.

© Daniele la Monaca / Reuters

Amanda Knox em 2009 durante o primeiro julgamento, em 2009.

Amanda Knox em 2009 durante o primeiro julgamento, em 2009.

© Alessandro Bianchi / Reuters

Amanda durante a repetição do julgamento em 2011, em Perúgia, Itália.

Amanda durante a repetição do julgamento em 2011, em Perúgia, Itália.

© Alessia Pierdomenico / Reuter

Raffaele Sollecito a ser levado pela polícia para uma audiência no Tribunal em Perúgia em 2008.

Raffaele Sollecito a ser levado pela polícia para uma audiência no Tribunal em Perúgia em 2008.

© Daniele la Monaca / Reuters

Amanda Knox durante uma sessão do julgamento em julho de 2011.

Amanda Knox durante uma sessão do julgamento em julho de 2011.

© Alessandro Bianchi / Reuters

Amanda Knox surpreendida, durante uma sessão do julgamento, em que são apresentadas, pela acusação, novas provas incriminatórias em 2011.

Amanda Knox surpreendida, durante uma sessão do julgamento, em que são apresentadas, pela acusação, novas provas incriminatórias em 2011.

© Alessandro Bianchi / Reuters

Em 2011, Amanda Knox chega ao tribunal escoltada por polícias, para assistir a mais uma sessão do julgamento em que é acusada de matar a colega de apartamento Meredith Kercher.

Em 2011, Amanda Knox chega ao tribunal escoltada por polícias, para assistir a mais uma sessão do julgamento em que é acusada de matar a colega de apartamento Meredith Kercher.

© Giorgio Benvenuti / Reuters

Amanda Knox chega a tribunal, em Perúgia, em 2011.

Amanda Knox chega a tribunal, em Perúgia, em 2011.

© Alessandro Bianchi / Reuters

© Anthony Bolante / Reuters

O presidente do tribunal, Gennaro Marasca,  anunciou, esta tarde, que vai adiar a decisão, sobre se mantém a condenação de Amanda Knox,  para sexta-feira.

Esta manhã, os advogados de defesa de Amanda e do antigo namorado Raffaele Sollecito, deslocaram-se ao Supremo Tribunal de Justiça italiano para ouvirem a decisão.

Já Amanda, continua em Seatle, nos EUA, desde 2011. Quando regressou garantiu que não voltaria a Itália voluntariamente. 

Foi condenada 28 anos e meio de prisão pela morte de Meredith Kercher, a amiga britânica com quem partilhava apartamento, em Perúgia.  Amanda e o ex-namorado italiano, Raffaele Sollecito, que também foi condenado, a 25 anos de prisão.

O crime ocorreu em 2007 e chocou o mundo. O corpo de Mertedith foi encontrado com a garganta cortada e mais 47 facadas na cidade de Perúgia, Itália.

Amanda Knox, Raffaele Sollecito e Patrick Lumumba Diya, de 38 anos, foram apontados como principais suspeitos, e detidos, dias depois dos crime. Dyia, natural do Zaire, era o proprietário de um bar onde a norte-americana trabalhava na altura e quem Amanda responsabilizou, de imediato, pelo crime.

Mas Lumumba foi, entretanto, libertado porque as provas forenses apontavam para Rudy Guede, um jovem natural da Costa do Marfim e criado em Perúgia.

Em dezembro de 2009, Amanda é condenada, numa primeira instância, a 26 anos de prisão, Raffaele a 25 e Rudy a 30. Meses depois, a defesa de Amanda e Raffaele recorrem da decisão da primeira instância e pedem a reabertura do processo.

O Tribunal de Apelação de Perugia absolve Amanda e Raffaele por não haver "provas concludentes" e os  dois são libertados. É nesta altura que Amanda regressa ao Estados Unidos.

Em março de 2012, o  Supremo Tribunal italiano decide de Amanda Knox e Raffale Sollecito devem ser novamente julgados. Desta vez sem a presença da norte-americana.

Amanda vê assim a pena agravada, depois do tribunal de Florença a ter condenado a 28 anos e seis meses de prião e o antigo namorados a 25 anos.

A família da norte-americana anuncia que vai recorrer da decisão judicial e fez chegar ao Supremo mais um recurso. 

O Supremo Tribunal de Justiça italiano pode confirmar a condenação por homícidio de Amanda. Se assim for, está aberto o caminho para mais uma batalha de extradição entre os Estados Unidos e Itália.













  • "Claramente que há mandantes e que foi uma operação organizada"
    4:14

    Crise no Sporting

    Os 23 detidos por suspeitas de terem participado no ataque à Academia de Alcochete ficaram em prisão preventiva. Miguel Sousa Tavares considera que a decisão "é mais para ser exemplar". O comentador da SIC acredita que há mandantes e que esta foi uma "operação organizada". Sousa Tavares diz ainda que os "políticos não têm coragem para impor as leis" e que em Portugal "brinca-se com a lei".

    Miguel Sousa Tavares

  • "Sempre nos disseram que bastava o Aves ganhar para estar na Liga Europa"
    0:34

    Desporto

    O Presidente da SAD do Desportivo das Aves garante que não houve esquecimento ou atraso na inscrição do clube na Liga Europa. Luiz Andrade afirma que sempre lhe disseram que bastava vencer a Taça de Portugal para marcar presença na competição e que ainda não sabe se o clube pode ou não jogar a fase de grupos da competição europeia.

  • "Fui violada por Harvey Weinstein aqui em Cannes"
    1:02

    Cultura

    A cerimónia de encerramento do Festival de Cinema de Cannes ficou ainda marcada pelo discurso de Asia Argento. A atriz italiana que acusou Harvey Weinstein de a ter violado justamente numa das edições do festival de Cannes, e que há mais abusadores à solta.

  • As primeiras imagens das quatro crias da lince Malva
    0:20
  • Exército sírio declara Damasco "totalmente segura"

    Mundo

    O exército sírio proclamou esta segunda-feira a capital Damasco e também os arredores, como locais "totalmente seguros". O anúncio foi feito em clima de festa, depois de os militares terem reconquistado os bairros do sul da cidade, até agora nas mãos do Daesh.

  • Jovem britânico em fuga é detido depois de responder à polícia no Facebook

    Mundo

    Através do Facebook, a polícia de West Yorkshire mostrou-se preocupada perante o desaparecimento de um jovem de 21 anos e pediu por informações que pudessem leva-los a descobrir Leon Smith. Contudo, o que não deveriam estar à espera, era que o próprio desaparecido respondesse na rede social e que desafiasse a polícia a "fazer o seu trabalho". As autoridades acabaram por localizar o jovem no mesmo dia.

    SIC