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Presidente da Nigéria não consegue votar devido a problemas com nova tecnologia

 O Presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, que se recandidata ao cargo, tentou votar hoje, na companhia da sua mulher, Patience, mas problemas com a nova tecnologia de votação obrigaram-no a abandonar a secção de voto.

© Afolabi Sotunde / Reuters

O líder em exercício, que pretende conquistar um segundo mandato, chegou à mesa de voto da sua cidade natal, Otuoke, no sul do estado de Bayelsa, pelas 09:20 locais (08:20 em Lisboa) para iniciar o processo de acreditação.


No entanto, o sistema tecnológico para 'ler' dados biométricos dos cartões de identificação dos eleitores, que está a ser usado pela primeira vez, aparentemente não funcionou, obrigando Goodluck Jonathan a adiar a intenção de votar.


O candidato, de 57 anos, cujo partido (Partido Democrático Popular) demonstrou preocupações acerca da tecnologia usada na votação e da capacidade dos elementos das mesas de voto em usarem-na, referiu que "pode haver um problema".


"Talvez seja eu", brincou, enquanto pedia paciência.


"É a primeira vez que estamos a usar esta tecnologia, cartões de eleitor permanentes, leitores de cartões", disse, acrescentando "não estar preocupado", apesar dos relatos de problemas noutras mesas de voto por todo o país.


Cerca de 68,8 milhões de nigerianos são chamados hoje às urnas para elegerem um novo Presidente e um parlamento, num ambiente de tensão devido ao risco de violência política e à ameaça de atentados islamitas.


Os candidatos à chefia do Estado são 14, entre os quais se encontra pela primeira vez uma mulher, mas a disputa, que se prevê renhida, envolve o cessante Goodluck Jonathan e o ex-general Muhammadu Buhari, que dirigiu a Nigéria, à frente de uma junta militar, entre 1983 e 1985.


Lusa
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