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Forças tunisinas matam 9 jihadistas

As forças tunisinas mataram nove homens pertencentes ao principal grupo jihadista do país, acusado de ter orgazizado o ataque ao museu nacional, revelou hoje o Ministério do Interior. 

© Zoubeir Souissi / Reuters

"Nove terroristas foram mortos ontem à noite (sábado) nas montanhas de Sidi Aich", centro-oeste da Tunísia, detalhou o porta-voz do ministério, Mohamed Ali Aroui.


Esta região está localizada a cerca de 50 quilómetros da fronteira com a Argélia, mas muito mais a sul da zona de atividade habitual do grupo jihadista que as forças tunisinas perseguem há mais de dois anos.


Os homens pertenciam alegadamente à brigada Okba Ibn Nafaa, ligada à Al-Qaida no Magrebe Islâmico (AQIM), que as autoridades acreditam estar por trás do ataque de 18 de março ao Museu do Bardo, que vitimou 21 turistas e um polícia, apesar do mesmo ter sido reivindicado pela organização jihadista rival do Estado Islâmico.


"Estamos muito contentes (...). Os nove [homens] estavam entre os terroristas mais perigosos na Tunísia", assegurou o porta-voz.


Este sucesso reclamado pelas autoridades da Tunísia ocorre pouco antes de uma grande marcha "contra o terrorismo", que deverá juntar no final da manhã de hoje em Tunes dezenas de milhares de pessoas e funcionários estrangeiros de alto nível, incluindo o Presidente francês, François Hollande.


Segundo as rádios tunisinas, um dos líderes do grupo, o argelino Abu Sakhr Lokmane, está entre os nove mortos, mas o Ministério do Interior afirmou que ainda é muito cedo para tirar tais conclusões.


"Não podemos confirmar isso, temos de fazer a análise de DNA", disse Aroui.


A brigada Okba Ibn Nafaa integra, de acordo com as autoridades, dezenas de homens, entre os quais estrangeiros, especialmente mais argelinos do que tunisinos, e será responsável pela morte de sessenta polícias e militares desde dezembro de 2012.


Este grupo reivindicou o ataque do ano passado contra a casa do ministro do Interior de então, em Kasserine, cidade vizinha de Monte Chaambi, onde se encontra o principal grupo jihadista na Tunísia.


Lusa
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