sicnot

Perfil

Mundo

Líderes mundiais juntam-se a marcha contra o terrorismo na Tunísia

Vários líderes mundiais juntaram-se este domingo às dezenas de milhar de pessoas que marcharam contra o terrorismo, na Tunísia. 

A demonstração contou com a presença de vários líderes internacionais, como os presidentes de França, Itália, Bélgica, Líbia, Argélia, Polónia e da Autoridade Palestiniana.

A demonstração contou com a presença de vários líderes internacionais, como os presidentes de França, Itália, Bélgica, Líbia, Argélia, Polónia e da Autoridade Palestiniana.

© POOL New / Reuters

Os manifestantes encheram uma das principais avenidas de Tunes. A demonstração contou com a presença de vários líderes internacionais, como os presidentes de França, Itália, Bélgica, Líbia, Argélia, Polónia e da Autoridade Palestiniana. 

Portugal esteve representado pelo secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Bruno Maçães, e pelo vice-presidente da Assembleia da República, Miranda Calha.

A marcha realizou-se uma semana depois do ataque ao museu do Bardo, que provocou 23 mortos, e um dia depois das forças tunisinas terem morto pelo menos 7 jihadistas. Entre eles estava Abou Sakhr, líder da célula tunisina do Estado Islâmico, movimento que reivindicou o atentado no museu.
  • Economia portuguesa a crescer
    2:26
  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
    4:00

    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.