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Uigure condenado na China a seis anos de prisão por deixar crescer barba

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 Um tribunal da região muçulmana de Xinjiang, no leste da China, condenou um homem a seis anos de prisão por "criar perturbações" ao "deixar crescer a barba", prática desencorajada pelas autoridades locais, divulga hoje um jornal oficial.

As autoridades região muçulmana de Xinjiang, no leste da China, conduzem há mais de um ano uma campanha contra o uso de barba pelos homens e de lenços pelas mulheres, associando essas práticas a "ideias extremistas".

As autoridades região muçulmana de Xinjiang, no leste da China, conduzem há mais de um ano uma campanha contra o uso de barba pelos homens e de lenços pelas mulheres, associando essas práticas a "ideias extremistas".

Ng Han Guan

As autoridades região muçulmana de Xinjiang, no leste da China, conduzem há mais de um ano uma campanha contra o uso de barba pelos homens e de lenços pelas mulheres, associando essas práticas a "ideias extremistas".

As autoridades região muçulmana de Xinjiang, no leste da China, conduzem há mais de um ano uma campanha contra o uso de barba pelos homens e de lenços pelas mulheres, associando essas práticas a "ideias extremistas".

Elizabeth Dalziel

As autoridades região muçulmana de Xinjiang, no leste da China, conduzem há mais de um ano uma campanha contra o uso de barba pelos homens e de lenços pelas mulheres, associando essas práticas a "ideias extremistas".

As autoridades região muçulmana de Xinjiang, no leste da China, conduzem há mais de um ano uma campanha contra o uso de barba pelos homens e de lenços pelas mulheres, associando essas práticas a "ideias extremistas".

Elizabeth Dalziel

As autoridades região muçulmana de Xinjiang, no leste da China, conduzem há mais de um ano uma campanha contra o uso de barba pelos homens e de lenços pelas mulheres, associando essas práticas a "ideias extremistas".

As autoridades região muçulmana de Xinjiang, no leste da China, conduzem há mais de um ano uma campanha contra o uso de barba pelos homens e de lenços pelas mulheres, associando essas práticas a "ideias extremistas".

Ng Han Guan

As autoridades região muçulmana de Xinjiang, no leste da China, conduzem há mais de um ano uma campanha contra o uso de barba pelos homens e de lenços pelas mulheres, associando essas práticas a "ideias extremistas".

As autoridades região muçulmana de Xinjiang, no leste da China, conduzem há mais de um ano uma campanha contra o uso de barba pelos homens e de lenços pelas mulheres, associando essas práticas a "ideias extremistas".

Ng Han Guan


De acordo com o jornal diário, um tribunal de Kashgar anunciou hoje ter condenado um morador da cidade, de 38 anos, a seis anos de prisão, e a sua esposa a dois anos de prisão.


Segundo o jornal, o primeiro "tinha começado a deixar crescer a barba desde 2010", enquanto a segunda "usava um véu a tapar a cara e uma burca".


O casal acabou por ser condenado por "instigar problemas e causar tumultos", motivos normalmente utilizados pelo tribunal chinês, que ainda funciona sob o estrito controlo do poder político.


As autoridades provinciais de Xinjiang conduzem há mais de um ano uma grande campanha contra o uso de barba pelos homens e de lenços pelas mulheres, associando essas práticas a "ideias extremistas".


Sob o tema "Objetivo Beleza", esta campanha incentiva particularmente as mulheres a andar com a cabeça descoberta e a abandonar a prática generalizada do véu entre os Uigures, os muçulmanos turcos que constituem o principal grupo étnico em Xinjiang.


O casal Kashgar foi "repreendido várias vezes" antes de ser preso e processado, conta o jornal, citando autoridades locais.


Questionadas pelo jornal, as autoridades judiciais de Kashgar asseguraram que processaram e condenaram já um grupo de infratores dos regulamentos contra o uso de barba, véu e burca, desde o início do ano.


A agência de notícias France Presse tentou contactar as autoridades de Kashgar, mas estas não estavam disponíveis.

Lusa


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