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Organização dos Direitos Humanos preocupada com execuções por fuzilamento nos EUA

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos manifestou hoje a sua "profunda preocupação" com a lei do estado do Utah que autoriza o recurso a pelotões de fuzilamento para as execuções quando não houver fármacos disponíveis para preparar a injeção letal. 

Buracos de balas na sala de execuções por fuzilamento na prisão do Utah onde, desde 23 de março, é permitido o uso de um pelotão de fuzilamento para executar os presos condenados à morte, no caso de não dispor de injeções letais.

Buracos de balas na sala de execuções por fuzilamento na prisão do Utah onde, desde 23 de março, é permitido o uso de um pelotão de fuzilamento para executar os presos condenados à morte, no caso de não dispor de injeções letais.

© POOL New / Reuters

"Fontes como o Centro de Informação sobre a Pena de Morte informaram que a execução por fuzilamento pode causar uma morte desumana, lenta e dolorosa", explica em comunicado a Comissão Interamericana dos Direitos Humanos (CIDH), organismo autónomo da Organização de Estados Americanos (OEA), com sede em Washington. 

A Comissão recorda aos Estados Unidos a sua obrigação internacional de não expor as "pessoas sob a sua jurisdição a punição cruel e invulgar", acrescentou.

O governador do estado norte-americano do Utah, Gary Herbert, assinou a 23 de março a polémica lei que reinstaura o uso de um pelotão de fuzilamento para executar os presos condenados à morte nesse estado, no caso de não dispor de injeções letais. 


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