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Detidos cinco suspeitos de ligações a ataque em universidade do Quénia

 Cinco pessoas foram detidas e interrogadas por suspeita de ligações ao ataque de quinta-feira do grupo islâmico Al Shabab à universidade Garissa, no Quénia, que matou 148 pessoas, anunciou hoje o Ministério do Interior.

© Stringer . / Reuters

"Suspeitamos que sejam cúmplices dos atacantes [...]tentamos estabelecer ligações" com o ataque, disse o porta-voz do Ministério do Interior, Mwenda Njoka. 

Entre os suspeitos estão duas pessoas detidas no interior do campus, uma delas um tanzaniano suspeito de ter "facilitado a entrada" dos elementos do grupo, acrescentou.

Um comando islamita entrou na quinta-feira, ao início da manhã, no recinto da universidade de Garissa, localidade do leste queniano, a cerca de 150 quilómetros da fronteira com a Somália, disparando ao acaso, antes de se refugiar num edifício da residência universitária com um número indeterminado de reféns. 

Os islamitas somalianos do Al Shabab reivindicaram o ataque, o mais mortífero no Quénia desde o atentado contra a embaixada dos Estados Unidos em Nairobi, em 1998 (213 mortos), em represália pela presença militar queniana na Somália, onde um corpo expedicionário queniano combate este movimento desde final de 2011.







Lusa
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