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Um morto e dois espeleólogos espanhóis socorridos em Marrocos

Um dos três espeleólogos espanhóis, desaparecidos nas montanhas do Atlas em Marrocos, morreu, enquanto os outros dois foram socorridos, anunciaram hoje as autoridades de Uarzazate (sul). 

© Youssef Boudlal / Reuters

"As duas pessoas feridas receberam no local os primeiros cuidados médicos e vão ser transportadas para um estabelecimento hospitalar", mas "o terceiro espeleólogo morreu", indicaram as mesmas fontes, citadas pela agência noticiosa marroquina MAP, que não divulgou a identidade do morto. 

Os três espanhóis foram localizados hoje de manhã, no fundo de uma falésia, na localidade de Tarmest, próximo da localidade rural de Iminualauen. A operação de socorro envolveu agentes policiais, da proteção civil e dois médicos. 

Os espeleólogos são dois polícias de 41 anos originários de Granada, um dos quais trabalha em Almeria e outro em Madrid, e um jovem de 26 anos de Cadiz, que viajaram para Marrocos num grupo organizado procedente de Sevilha e composto por nove pessoas.

Os três separaram-se do grupo na segunda-feira, combinando voltar a encontrar-se ainda nesse dia ou no dia seguinte. Não sabendo do paradeiro, o chefe da expedição apresentou queixa na polícia na quarta-feira e avisou o consulado.

A zona onde os espeleólogos foram encontrados situa-se num local muito afastado do ponto de encontro combinado.

O maciço do Alto Atlas é muito escarpado e as montanhas ultrapassam os 3.000 metros de altitude.



Lusa
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