sicnot

Perfil

Mundo

Papa lamenta clima de violência no mundo na missa da Páscoa

O papa Francisco presidiu hoje a missa da Páscoa do Vaticano, a mais importante cerimónia católica, durante a qual recordou o clima de violência mundial e o recente massacre no Quénia. 

© Max Rossi / Reuters

Jorge Bergoglio celebrou pela terceira vez a solene missa sob um toldo branco instalado nos degraus em frente à Basílica de São Pedro, poucos dias depois do ataque executado pela Al-Shabab na Universidade de Garissa, no Quénia, que provocou 148 mortos.

Nos últimos meses, o papa tem falado numa "terceira guerra mundial em pedaços" que se desenvolve um pouco por todo o mundo: "Hoje vemos os nossos irmãos perseguidos, decapitados e crucificados na sua fé em Ti, os nossos olhos são frequentemente cúmplices com o nosso silêncio", criticou.

Massacres e milhões de refugiados da Síria e do Iraque, o caos na Líbia ou na Somália, que se reflete no Quênia, a guerra civil na África Central, os ataques anticristãos em países como o Paquistão, a repressão contra eles na China e Coreia do Norte são algumas das histórias hoje recordadas por Francisco, que lembrou a longa lista de países onde os cristãos são ameaçados e obrigados a fugir.

Para o papa argentino, a Semana Santa é um momento intenso e desgastante: na sexta-feira celebrou o rito da Paixão, na Basílica de São Pedro, e presidiu à Via-Sacra no Coliseu e no sábado comemorou a Vigília Pascal, na Basílica de São Pedro.










Lusa
  • Reportagem Especial dá a voz aos despedidos da banca
    1:18
  • CEMGFA admite que várias armas roubadas estão em condições de ser usadas
    2:06

    Assalto em Tancos

    Afinal há várias armas roubadas em Tancos que estão em condições de ser utilizadas, sendo que apenas os lança-granadas-foguete estão obsoletos. Esta manhã, o general Pina Monteiro admitiu, no Parlamento, que a declaração que fez há duas semanas pode ter induzido em erro a opinião pública. O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) diz, ainda, que se houvesse indícios sobre colaboração do Exército neste caso, os suspeitos estariam presos.

  • Pais de Charlie Gard querem que o bebé morra em casa

    Mundo

    Depois de terem renunciado à batalha judicial para manterem o filho com vida, os pais do bebé britânico Charlie Gard desejam agora levar a criança para morrer em casa. O desejo foi revelado pelo advogado de Chris Gard e Connie Yates, numa audiência esta tarde, no Supremo Tribunal de Londres. Contudo, o hospital responsável pelo caso admite que os cuidados a Charlie não podem ser feitos em casa.