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Turquia bloqueia redes sociais devido a imagem de procurador sequestrado

As autoridades turcas bloquearam hoje as redes sociais Twitter, Facebook e YouTube para impedir a publicação de uma imagem do sequestro de um procurador, na semana passada, que acabou por morrer. 

© Thomas White / Reuters

Os sites das três redes sociais ficaram inacessíveis para muitos utilizadores turcos na sequência de uma ordem enviada pela justiça turca para as empresas fornecedoras dos serviços, segundo o jornal Hurriyet. 

A ordem, segundo o jornal, abrange 166 sites que difundiram uma fotografia do sequestro.

O YouTube colocou na sua página o texto legal e uma nota em que explica ter aplicado uma "medida administrativa" da autoridade turca de telecomunicações (TIB). 

Na terça-feira, dois membros de um grupo de extrema-esquerda sequestraram o procurador Mehmet Selim Kiraz no Palácio da Justiça de Istambul. 

O procurador chegou a ser resgatado numa operação policial, durante a qual os dois atacantes foram mortos, mas sofreu ferimentos de bala que acabaram por lhe causar a morte, horas depois. 

A fotografia em causa, mostrando o procurador com uma pistola encostada à cabeça, foi divulgada pelos sequestradores na internet durante o incidente. 

A justiça turca aplicou várias vezes medidas para controlar as redes sociais desde que, em março de 2014, o Twitter e o Facebook foram bloqueados por difundirem alegações de corrupção contra o presidente, Recep Tayyip Erdogan, ministros e familiares.

Lusa
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