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Mário Jardel afasta-se temporariamente da política devido a "ameaças de morte"

O ex-futebolista Mário Jardel decidiu afastar-se temporariamente da vida política depois de ter recebido "ameaças de morte", anunciou hoje o seu chefe de gabinete

Eleito deputado estadual do Rio Grande do Sul, ao conseguir 41.227 votos em outubro, o antigo jogador de FC Porto e Sporting solicitou uma licença por suposta depressão depois de ter discutido com vários membros do Partido Social Democrata (PSD), pelo qual foi eleito, por ter prescindido dos serviços de 17 dos 21 membros que integravam o seu gabinete. (Arquivo)

Eleito deputado estadual do Rio Grande do Sul, ao conseguir 41.227 votos em outubro, o antigo jogador de FC Porto e Sporting solicitou uma licença por suposta depressão depois de ter discutido com vários membros do Partido Social Democrata (PSD), pelo qual foi eleito, por ter prescindido dos serviços de 17 dos 21 membros que integravam o seu gabinete. (Arquivo)

LUSA

Eleito deputado estadual do Rio Grande do Sul, ao conseguir 41.227 votos em outubro, o antigo jogador de FC Porto e Sporting solicitou uma licença por suposta depressão depois de ter discutido com vários membros do Partido Social Democrata (PSD), pelo qual foi eleito, por ter prescindido dos serviços de 17 dos 21 membros que integravam o seu gabinete. 

"Foi ameaçado de morte por um dos que estavam no seu gabinete. Ou fazia o que eles queriam ou atentariam contra a sua vida", denunciou Cristian Lima à Radio Gaúcha, dando a entender que a alegada depressão foi a desculpa usada para se afastar da assembleia legislativa do seu estado. 

Mário Jardel, que pediu baixa de 10 dias, ainda não se pronunciou sobre o motivo da sua decisão.

Depois de conhecer a decisão de Jardel, o vice-presidente regional do PSD, o também ex-futebolista Danrlei, e que apadrinhou Super Mário no ingresso na política, tornou público um comunicado no qual se desmarca do seu antigo amigo, rompendo todo o tipo de relação, tanto profissional como pessoal.

Danrlei disse não querer relacionar-se mais "com quem conduz o seu mandato e vida da forma como Jardel demonstrou que vai conduzir". 

O chefe de gabinete revelou que Jardel foi obrigado a assinar documentos contra a sua vontade e negou que tivesse abandonado o cargo.

"Apenas limpou o gabinete, pois não estavam a acontecer coisas corretas. Ele continua na política", vincou.

Lusa

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