sicnot

Perfil

Mundo

Coleção de relógios Swatch vendida por mais de 5,5 ME em Hong Kong

 Uma das maiores coleções privadas de relógios Swatch foi vendida em Hong Kong na terça-feira por mais de seis milhões de dólares (5,5 milhões de euros), um valor que superou as expetativas. 

REUTERS

A coleção -- composta por mais de 5.800 relógios, incluindo edições limitadas assinadas por artistas como Keith Haring ou Kiki Picasso e uma série para o 40.º aniversário do James Bond -- ultrapassou em mais de quatro vezes o preço estimado, na ordem dos 1,3 milhões de dólares (cerca de 1,2 milhões de euros).

Três pessoas disputaram a coleção no leilão da Sotheby's. 

A coleção foi arrematada por 46,7 milhões de dólares de Hong Kong (5,5 milhões de euros ou seis milhões de dólares norte-americanos) por um comprador via telefone. 

Trata-se de uma "instituição europeia", informou a Sotheby's sem avançar mais detalhes. 

Paul Dunkel, o mediador de seguros que colecionou os relógios durante mais de 20 anos, deixou a sala em lágrimas. 

"Durante estes dois últimos meses (...) o mundo inteiro estava interessado na coleção. É o meu trabalho, o meu coração", disse o luxemburguês, aposentado, de 68 anos. 

No início dos anos 1980, Paul Dunkel era um colecionador de arte abstrata. O seu interesse pela Swatch começou quando alguns dos seus artistas favoritos começaram a desenhar relógios para a marca. 

A diretora do departamento de relógios da Sotheby's, Sharon Chan, explicou que havia igualmente fãs da Swatch entre os "grandes colecionadores de relógios de luxo". 

"Cada relógio desta coleção corresponde a um capítulo da arte contemporânea", acrescentou. 

Este não é o primeiro leilão de relógios da Swatch em Hong Kong. Em 2011, uma vasta coleção foi adquirida por mais de seis milhões de euros por um cidadão chinês que se manteve anónimo.

  • BCE autoriza CGD a avançar com recapitalização

    Caso CGD

    A Caixa Geral de Depósitos informou esta sexta-feira que vai prosseguir com as operações da primeira fase do aumento de capital, depois de ter obtido autorização para isso junto do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco de Portugal.

  • Turista italiano assassinado em favela do Rio de Janeiro
    1:01

    Mundo

    Um turista italiano de 52 anos foi assassinado numa favela do Rio de Janeiro, no Brasil, enquanto viajava com um amigo. Após várias horas com o gangue autor do crime, o amigo que se encontrava com a vítima acabou por ser libertado.

  • O anúncio de natal que está a emocionar o mundo
    1:47