sicnot

Perfil

Mundo

Conflito no Iémen provocou 643 mortes e 2.226 feridos

A guerra no Iémen provocou 643 mortes e 2.226 feridos desde 19 de março, data do início do conflito, anunciou hoje em comunicado a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Arquivo

Arquivo

© Khaled Abdullah Ali Al Mahdi

Segundo a representação da OMS responsável pela região do Mediterrâneo Oriental, aqueles valores poderão ainda vir a ser alterados.

Na terça-feira, este escritório já tinha revisto em alta os dados relativos às vítimas no conflito no Iémen: pelo menos 540 mortes e 1.700 feridos.

No comunicado hoje divulgado, o escritório regional anunciou ainda que existem 15,9 milhões de pessoas afetadas pela violência naquele país, bem como 334.093 deslocadas no interior e 254.413 refugiadas no exterior.

"A situação humanitária é crítica e há cortes de energia", lê-se no comunicado, que chama também a atenção para a escassez de alimentos e de combustível.

O acesso ao Iémen continua problemático, refere a organização, que já tem 65 funcionários a operar no país e aguarda autorização para poder entrar com material médico.

A OMS recebeu um donativo do governo japonês no valor de 2,7 milhões de dólares (2,5 milhões de euros)para fazer face às necessidades médicas, estimadas em 61,87 milhões de euros.

O conflito trava-se entre os rebeldes huthis e as forças leais ao Presidente do Iémen, Abd Rabbo Mansur Hadi, refugiado em Riade, apoiadas por uma coligação internacional liderada pela Arábia Saudita.

Lusa

  • Economia portuguesa a crescer
    2:26
  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
    4:00

    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.