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Ajuda humanitária começa a chegar ao Iémen

A ajuda humanitária começou a chegar, esta quarta-feira, ao Iémen, depois de terem atracado, na cidade de Áden, no sul do país, dois barcos carregados de equipamentos para prestar assistência aos feridos no conflito.

© Khaled Abdullah Ali Al Mahdi

Segundo dados revistos em alta, esta quarta-feira, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), desde o passado dia 19 de março, a guerra no Iémen provocou 643 mortos e 2.226 feridos


Nenhuma das partes do conflito, que se trava entre os rebeldes 'Huthis' e as forças leais ao Presidente do Iémen, Abd Rabbo Mansur Hadi, refugiado em Riade, apoiadas por uma coligação internacional liderada pela Arábia Saudita, aceitou um cessar-fogo para permitir o acesso da ajuda humanitária, mas as organizações confirmaram não ter enfrentado problemas.


Uma embarcação dos Médicos Sem Fronteiras, que zarpou de Djibouti, transportou toneladas de suprimentos médicas de urgência que serão utilizadas no seu hospital em Áden, disse o responsável da organização para o Iémen, Pablo Marco, à agência Efe, afirmando esperar que este seja o "primeiro de muitos barcos".


Já a bordo de um barco do Comité Internacional da Cruz Vermelha -- que também partiu de Djibouti -- seguiu equipamentos e materiais médicos prontos para serem colocados ao serviço de "cirurgias de guerra" nos hospitais de Áden, disse a porta-voz da organização no Iémen, Marie Claire Feghali, também em declarações à agência noticiosa espanhola.


"Neste momento, as prioridades são as necessidades médicas, já que em termos de água e alimentos podemos responder por agora", disse a mesma responsável, qualificando a situação humanitária no país de "extremamente complicada". 


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