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Fase de sentença do julgamento dos atentados de Boston começa a 21 de abril

A fase de sentença do julgamento de Dzhokhar Tsarnaev, considerado já pelo júri como culpado pelos atentados de Boston em 2013, vai começar no dia 21, anunciou esta sexta-feira a procuradoria de Boston.

Segundo a procuradoria, dentro de duas semanas, os 12 membros do júri vão determinar se Dzhokhar Tsarnaev é condenado a prisão perpétua ou à pena de morte.

Segundo a procuradoria, dentro de duas semanas, os 12 membros do júri vão determinar se Dzhokhar Tsarnaev é condenado a prisão perpétua ou à pena de morte.

© Lisa Hornak / Reuters

Segundo a procuradoria, dentro de duas semanas, os 12 membros do júri vão determinar se Dzhokhar Tsarnaev é condenado a prisão perpétua ou à pena de morte.

Apesar de no Estado de Massachusetts não existir pena de morte, a nível federal o Governo pode acusar e executar o condenado.

Os membros do júri foram escolhidos depois de garantirem ao juiz que não descartavam a possibilidade de impor pena de morte por motivos éticos ou de outra índole.

O jovem muçulmano de origem chechena Djokhar Tsarnaev, de 21 anos, foi quarta-feira considerado culpado da autoria do duplo atentado bombista de 2013 em Boston, no qual participou com o irmãos, que foi morto durante uma perseguição policial.

O duplo atentado de Boston, considerado o pior registado nos Estados Unidos desde os ataques levados a cabo pela Al-Qaida a 11 de setembro de 2001, provocou três mortos e 264 feridos em consequência do rebentamento de dois engenhos explosivos de fabrico artesanal, colocados junto à linha de chegada da prova da maratona.

O jovem foi considerado culpado de 17 crimes, entre os quais, o uso de arma de destruição com a intenção de matar, assim como de assistir, planear e executar a morte de quatro pessoas, três das quais mortas no atentado. A quarta morte foi a de um agente da polícia atingido por tiros dias depois do atentado, durante uma perseguição.

Dzhokhar Tsarnaev foi também acusado de provocar ferimentos em 246 pessoas, 17 das quais sofreram amputações graves.
Lusa
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