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Dois mortos e um ferido em ataque à embaixada da Coreia do Sul em Tripoli

Duas pessoas morreram e uma terceira ficou ferida durante um ataque perpetrado por desconhecidos contra a embaixada da Coreia do Sul em Tripoli, Líbia, informou o diretor de segurança diplomática do Ministério dos Negócios Estrangeiros líbio.

© Ismail Zetouni / Reuters

Anteriormente, o Ministério dos Negócios Estrangeiros sul-coreano tinha afirmado à agência Yohnap que uma pessoa tinha morrido no ataque.

Uma das vítimas mortais é um agente de segurança diplomática responsável por proteger o edifício, que morreu na sequência de disparos efetuados por desconhecidos a partir de um veículo sem matrícula e que se pôs em fuga, adiantou o diretor de segurança, o coronel líbio Abu Dahir, à agência de notícias local WAL.

A outra vítima mortal é um civil que caminhava pela zona quando foram feitos os disparos, acrescentou a mesma fonte, apontando ainda a existência de um ferido, que não identificou e que está no hospital de Tripoli.

Forças especiais iniciaram já uma investigação e colocaram em marcha uma operação em busca dos responsáveis do ataque, que até ao momento não foi reivindicado, embora alguns indícios apontem para uma ação de natureza 'jihadista', concluiu o responsável.

Entretanto, "não há vítimas nacionais da Coreia do Sul", disse Seul à agência de notícias sul-coreana, citada pela Efe.

A Líbia integra a lista de seis países para onde Seul proíbe os seus cidadãos de viajarem, a par com o Iraque, o Iémen, a Somália, a Síria e o Afeganistão.

Para viajar para estes países, é indispensável contar com uma autorização especial do Governo sul-coreano.

Várias missões estrangeiras têm sido atacadas com bombas em Tripoli nos últimos meses e os militantes leais ao grupo 'jihadista' Estado Islâmico reivindicaram, por diversas ocasiões, a autoria de alguns ataques na capital da Líbia.

O ataque de hoje acontece em véspera de uma nova ronda de diálogo promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU), que decorre na segunda-feira entre os vários partidos políticos e representantes da sociedade civil líbia na Argélia, para encontrar uma solução para a crise que atravessa o país.

A Líbia é atualmente um Estado falido, vítima do caos e da guerra civil desde que, em 2011, a comunidade internacional apoiou a queda do regime ditatorial de Khadafi.

Lusa
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