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Protestos contra Dilma saem hoje à rua em mais de 400 cidades

Grupos contrários ao Governo da Presidente brasileira Dilma Rousseff organizam hoje protestos em mais de 400 cidades em todas as regiões do país e no exterior, incluindo Portugal, agendados pelas redes sociais na Internet. 

Os três principais grupos organizadores dos atos, Vem pra Rua, Revoltados Online e Movimento Brasil Livre, pedem o "impeachment" (impugnação) de Rousseff e a investigação e punição dos envolvidos em casos de corrupção da Petrobras. 

Os manifestantes foram convocados pela Internet para protestos nos grandes centros e capitais estaduais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília e, em Portugal, estão marcados protestos defronte dos consulados em Lisboa e Porto.

Há manifestações marcadas também em cidades dos Estados Unidos, Bolívia, Inglaterra, Argentina, Espanha, Chile, Áustria, Irlanda, Austrália e Canadá. 

No passado dia 15 de março, as manifestações contra o Governo de Dilma Rousseff reuniram cerca de 2 milhões de pessoas no Brasil, metade delas em São Paulo, segundo números das polícias militares dos Estados. Os protestos reuniram diferentes pessoas sob as bandeiras do fim da corrupção e da deposição da Presidente, mas maioritariamente sem outras propostas concretas nos cartazes e palavras de ordem.

Na próxima quarta-feira, 15 de abril, será a vez de centrais sindicais e movimentos sociais realizarem um dia de paralisação geral e protestos, tanto contra um projeto de lei que aumenta a possibilidade de terceirização para todas as atividades das empresas como a favor do combate à corrupção, de reformas políticas e de combate ao que designam de agendas conservadoras, como a redução da maioridade penal. Na prática, essa iniciativa se oporá ao de hoje. 

 
Lusa
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