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Maior partido da oposição vence eleições na Finlândia, eurocéticos em segundo

O maior partido de oposição finlandês, o Partido do Centro, ganhou as eleições legislativas do país, seguido do partido ultranacionalista eurocético os ''Verdadeiros Finlandeses'', derrotando o Governo no poder. 

© Lehtikuva Lehtikuva / Reuters

Apurados todos os votos, a Coligação Nacional do ainda primeiro-ministro Alexander Stubb foi derrotada nas eleições de domingo, depois de uma campanha dominada pelos problemas económicos da Finlândia.

O Partido do Centro, liderado por Juha Sipila (que será o novo primeiro-ministro), tornou-se o maior partido na Finlândia, obtendo 49 dos 200 lugares no parlamento, com o 'Verdadeiros Finlandeses', liderado por Timo Soini, a conquistar 38 lugares parlamentares.  

A Coligação Nacional liderada por Alexander Stubb, desde 2011 no poder, conseguiu 37 lugares, caindo para terceiro dos mais votados, e o Partido Social-Democrata 34 dos lugares no parlamento. 

A primeira tarefa do novo primeiro-ministro será escolher os parceiros de coligação para formar Governo, de modo a obter uma maioria parlamentar. Juha Sipila ainda não revelou com que partidos gostaria de colaborar e são esperadas várias semanas de negociações antes de conseguir apresentar um Governo. 

Timo Soini, líder do segundo partido mais votado, é visto como uma "opção responsável", segundo a AFP, para formar Governo, e pretende fazer parte do novo Executivo, assumindo as pastas das Finanças e dos Negócios Estrangeiros.  

No entanto, será difícil um acordo com Juha Sipila face à oposição do partido 'Verdadeiros Finlandeses' à interferência de Bruxelas nos assuntos finlandeses e a Finlândia tem sido um dos mais reticentes membros da zona euro no apoio à Grécia.

O Partido do Centro tem também uma forte fação antieuropeia, embora Juha Sipila seja visto como pró-europeu.

Eleito para o parlamento em 2011, Juha Sipila, um milionário de 53 anos da área das tecnologias de informação, tornou-se o líder do Partido do Centro em 2012 quando era um desconhecido da maioria dos finlandeses. 

No entanto, o seu partido, que está na oposição desde 2011, tem sido uma força dominante da política finlandesa, e conseguiu eleger 12 primeiros-ministros e três presidentes. 

Lusa




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