sicnot

Perfil

Mundo

Chimpanzés reconhecidos como pessoas legais nos EUA

Pela primeira vez, na história dos Estados Unidos, um juiz concedeu Habeas Corpus a dois chimpazés, detidos num centro de investigação, onde estavam a  ser usados em experiências.

© STRINGER Brazil / Reuters

Hercules e Leo estão finalmente livres. Da Universidade de Stony Brook, em Nova Iorque, e das experiências que estavam a ser sujeitos naquele centro de investigação.

E tudo isto, graças à persistência da organização não governamental,  Projeto Direitos dos Não Humanos, , e à decisão da Juíza norte americana, Barbara Jaffe.

Na passada segunda-feira, o Supremo Tribunal de Manhattan concedeu Habeas Corpus a dois chimpanzés atribuindo assim, aos dois animais, os mesmos direitos que tem o homem.

A Lei, a ciência e a história provam que os chimpanzés têm características, incluindo autoconhecimento e empatia, que «instituem personalidade» e o correspondente direito à liberdade, argumenta a organização que não podia estar mais contente com esta decisão.

Os animais vão ser agora libertados e enviados para um santuário para viverem o resto das suas vidas em liberdade.

Esta decisão abre um precedente legal e dá ainda mais força à O rganização Projeto Direitos dos Não Humanos, para continuar o trabalho. 

"Temos evidências científicas, para provar em tribunal, que elefantes, baleias e e golfinhos são autónomos e por isso tem direito a viver em liberdade" disse Natalie Prosin, do  Projeto Direitos dos Não Humanos

Existem ainda dois casos semelhantes a este. Dois chimpanzés, o Kiko e o Tommy aguardam decisão dos vários recursos interpostos pela organização Projeto Direitos dos Não Humanos. 
 
  • Reportagem Especial dá a voz aos despedidos da banca
    1:18
  • CEMGFA admite que várias armas roubadas estão em condições de ser usadas
    2:06

    Assalto em Tancos

    Afinal há várias armas roubadas em Tancos que estão em condições de ser utilizadas, sendo que apenas os lança-granadas-foguete estão obsoletos. Esta manhã, o general Pina Monteiro admitiu, no Parlamento, que a declaração que fez há duas semanas pode ter induzido em erro a opinião pública. O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA) diz, ainda, que se houvesse indícios sobre colaboração do Exército neste caso, os suspeitos estariam presos.

  • Pais de Charlie Gard querem que o bebé morra em casa

    Mundo

    Depois de terem renunciado à batalha judicial para manterem o filho com vida, os pais do bebé britânico Charlie Gard desejam agora levar a criança para morrer em casa. O desejo foi revelado pelo advogado de Chris Gard e Connie Yates, numa audiência esta tarde, no Supremo Tribunal de Londres. Contudo, o hospital responsável pelo caso admite que os cuidados a Charlie não podem ser feitos em casa.