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Ex-presidente egípcio condenado a 20 anos de prisão

O antigo presidente islamita egípcio Mohamed Morsi, destituído pelo exército em 2013, foi hoje condenado, no Cairo, a 20 anos de prisão por estar implicado na detenção e tortura de manifestantes durante o mandato. 

Mohamed Morsi, antigo Presidente do Egito (Reuters/ Arquivo)

Mohamed Morsi, antigo Presidente do Egito (Reuters/ Arquivo)

REUTERS

Morsi foi absolvido da acusação de incitação à morte de dois manifestantes e de um jornalista durante um protesto em frente do palácio presidencial em 2012. 


  • Membros da irmandade Muçulmana novamente condenados a prisão perpétua

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    O Egipto voltou a condenar à prisão perpétua o líder e outros 36 membros da Irmandade Muçulmana. Voltou porque este foi apenas o confirmar da pena, já decretada em pelo menos dois outros julgamentos, contra o líder e grande parte dos outros 36 arguidos, mais uma vez condenados à prisão perpétua mas pelos mesmos crimes. Manifestações e incitação à violência no último ano, desde a destituição do Presidente Mohamed Morsi. O tribunal do Cairo confirmou ainda a pena de morte a dez arguidos julgados à revelia. Em apenas um ano, mais de mil e quatrocentas pessoas morreram, 15 mil foram presas e centenas foram condenadas à pena máxima. Como retaliação os grupos jihadistas lançaram ataques e protestos que terão morto cerca de 500 polícias e soldados egípcios.

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