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Trezentos quilogramas de marfim apreendido roubados de um tribunal no Gabão

Trezentos quilogramas de marfim com origem na caça furtiva de elefantes foram roubados do tribunal de Oyem, no norte do Gabão, onde estavam armazenados há vários meses, segundo o Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês).

Sakchai Lalit

"Os ladrões entraram num tribunal local no norte do Gabão (...) e roubaram 300 quilogramas de marfim confiscado", ou seja, o equivalente a presas de 50 elefantes, indicou a organização de defesa do ambiente, num comunicado citado pela agência France Presse.

O marfim tinha sido apreendido, juntamente com numerosas armas ilegais, durante operações contra a caça furtiva nos últimos meses e devia ser enviado nos próximos dias para um entreposto situado na capital, Libreville, referiu a ONG, que afirma que "o marfim e as armas se encontram mais uma vez nas mãos de criminosos (...) que podem colocar o marfim no mercado negro".

"O Gabão tem boa reputação a nível internacional no domínio da luta contra a criminalidade da vida selvagem, mas este roubo demonstra que a realidade no terreno é muito diferente", declarou Marthe Mapangou, diretora do WWF Gabão, citada no comunicado.

Trata-se da terceira vez que marfim na posse do Governo gabonês desaparece e "ainda ninguém foi julgado", assinala a WWF, lembrando que situações semelhantes ocorreram noutros países da África Central, como os Camarões.

Segundo a WWF, 62% dos elefantes da floresta da Bacia do Congo desapareceram desde 2002, dizimados pela caça furtiva e pelo tráfico de marfim.


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