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União Europeia recusa envio de missão militar para a Ucrânia

A União Europeia (UE) não pretende enviar uma missão militar para Ucrânia, como desejava o governo de Kiev, mas admite o envio de uma missão civil, disse hoje o presidente do Conselho Europeu, o polaco Donald Tusk. 

"O novo programa do FMI vai ajudar a satisfazer as necessidades de financiamento da Ucrânia, mas uma reestruturação associada da dívida externa detida por privados aparece crescentemente provável", segundo o comunicado da Fitch. (Arquivo)

"O novo programa do FMI vai ajudar a satisfazer as necessidades de financiamento da Ucrânia, mas uma reestruturação associada da dívida externa detida por privados aparece crescentemente provável", segundo o comunicado da Fitch. (Arquivo)

© Gleb Garanich / Reuters

"Hoje apenas podemos falar de uma missão civil de avaliação, e não de uma missão militar", disse Tusk durante uma conferência de imprensa conjunta com o Presidente ucraniano Petro Poroshenko e o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, no final de uma cimeira Ucrânia-UE.   

A Ucrânia solicitou por diversas vezes o envio de uma força internacional de contenção para as regiões do leste do país onde eclodiu a rebelião pró-russa, com o conflito entre separatistas e forças de Kiev a provocar mais de 6.000 mortos desde março de 2014.  

"Sabemos que a Ucrânia o pretende, mas não podemos enviar uma missão militar, não debatemos esse assunto", disse Tusk. 

No mesmo encontro, Juncker assinalou que o Acordo de Associação entre Bruxelas e Kiev, assinado em junho de 2014, deve entrar plenamente em vigor a partir de 1 de janeiro de 2015. 

O acordo incluirá uma zona de livre comércio entre os 28 Estados-membros e a Ucrânia, com Juncker a reconhecer diversos atrasos na sua aplicação mas a sublinhar que a questão do ingresso da Ucrânia na UE não consta das atuais conversações.  

"O assunto da entrada da Ucrânia na UE não está na agenda imediata", sublinhou. 

No começo da cimeira, Poroshenko tinha insistido no empenho do seu governo em cumprir "em cinco anos" os requisitos para solicitar a adesão.   

"Somos ambiciosos nos nossos planos e na nossa fé, por isso declaramos que em cinco anos devemos aplicar o Acordo de Associação com a EU e cumprir os requisitos para solicitarmos sermos membros", afirmou. 

Lusa

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