sicnot

Perfil

Mundo

Um morto e 90 feridos em choque de comboios na África do Sul, não há registo de portugueses

Um maquinista morreu hoje e pelo menos 90 pessoas ficaram feridas quando dois comboios suburbanos chocaram em Joanesburgo, disseram responsáveis sul-africanos.  O secretário de Estado das Comunidades disse não ter informações de portugueses envolvidos no acidente.

Os comboios eram provenientes da capital sul-africana, Pretoria (Reuters/ Arquivo)

Os comboios eram provenientes da capital sul-africana, Pretoria (Reuters/ Arquivo)

© Rogan Ward / Reuters

"Até ao momento, não tenho informações de portugueses envolvidos" no acidente de comboio em Joanesburgo, disse José Cesário à agência Lusa.

"Os paramédicos, juntamente com vários serviços, chegaram ao local do acidente onde os comboios bloqueavam totalmente a via férrea", disse Russel Meiring, porta-voz do grupo paramédico ER24. 

"Metal retorcido e bocados das carruagens estavam espalhados por todo o local", acrescentou. 

A agência 'online' News24 disse que o maquinista morreu quando o seu comboio embateu numa composição parada. 

As equipas de socorro conseguiram libertar uma mulher presa nos destroços e levada de helicóptero para o hospital. 

"Temos 90 feridos", disse a porta-voz do Metrorail Lillian Mofokeng à agência noticiosa francesa AFP. 

Os comboios eram provenientes da capital sul-africana, Pretoria, e chocaram numa estação em Denver, um subúrbio a leste de Joanesburgo. 


Lusa
  • Caravana com cinzas de Fidel chega este sábado a Santiago de Cuba
    2:01
  • Obama diz que Guterres "tem uma reputação extraordinária"
    1:38

    Mundo

    António Guterres diz que vai trabalhar com Barack Obama e também com Donald Trump, na reforma das Nações Unidas. O futuro secretário-geral da ONU foi recebido por Obama, na Casa Branca, onde recebeu vários elogios do presidente norte-americano.

  • Morreu o palhaço que fazia rir as crianças de Alepo

    Mundo

    Anas al-Basha, mais conhecido como o Palhaço de Alepo, morreu esta terça-feira durante um bombardeamento aéreo na zona dominada pelos rebeldes. O funcionário público mascarava-se de palhaço para ajudar a trazer algum conforto e alegria às crianças sírias, que vivem no meio de uma guerra civil.