sicnot

Perfil

Mundo

Um morto e 90 feridos em choque de comboios na África do Sul, não há registo de portugueses

Um maquinista morreu hoje e pelo menos 90 pessoas ficaram feridas quando dois comboios suburbanos chocaram em Joanesburgo, disseram responsáveis sul-africanos.  O secretário de Estado das Comunidades disse não ter informações de portugueses envolvidos no acidente.

Os comboios eram provenientes da capital sul-africana, Pretoria (Reuters/ Arquivo)

Os comboios eram provenientes da capital sul-africana, Pretoria (Reuters/ Arquivo)

© Rogan Ward / Reuters

"Até ao momento, não tenho informações de portugueses envolvidos" no acidente de comboio em Joanesburgo, disse José Cesário à agência Lusa.

"Os paramédicos, juntamente com vários serviços, chegaram ao local do acidente onde os comboios bloqueavam totalmente a via férrea", disse Russel Meiring, porta-voz do grupo paramédico ER24. 

"Metal retorcido e bocados das carruagens estavam espalhados por todo o local", acrescentou. 

A agência 'online' News24 disse que o maquinista morreu quando o seu comboio embateu numa composição parada. 

As equipas de socorro conseguiram libertar uma mulher presa nos destroços e levada de helicóptero para o hospital. 

"Temos 90 feridos", disse a porta-voz do Metrorail Lillian Mofokeng à agência noticiosa francesa AFP. 

Os comboios eram provenientes da capital sul-africana, Pretoria, e chocaram numa estação em Denver, um subúrbio a leste de Joanesburgo. 


Lusa
  • Trabalharia horas extra sem ser pago? E feriados?  
    1:25
  • UE dá "luz verde" para início das negociações do Brexit

    Brexit

    Os 27 Estados-membros da União Europeia aprovaram esta segunda-feira a autorização para o início das negociações do Brexit, indicando formalmente o final de junho para início do processo de saída do Reino Unido, que se prolongará por dois anos.

  • Regras secretas do Facebook permitem divulgação de imagens violentas

    Mundo

    A política interna da empresa Facebook defende que nem todos os vídeos violentos publicados na rede social devem ser apagados porque "não quer censurar ou punir pessoas em perigo". A revelação é feita pelo jornal britânico The Guardian após uma investigação em que conseguiu ter acesso ao manual interno.