sicnot

Perfil

Mundo

Pequeno tsunami atingiu ilhas japonesas sem vítimas ou danos materiais

Um pequeno tsunami atingiu esta manhã um grupo de ilhas japonesas no Pacífico depois de um sismo, sem contudo relatos de danos ou feridos, revelaram as autoridades nipónicas.

O sismo de magnitude 5,7 sacudiu o Japão ao início da madrugada a cerca de 456 quilómetros a sul de Tóquio, revelou o centro sismológico norte-americano, que monitoriza a atividade sísmica em todo o mundo.

Após o tremor de terra, a agência meteorológica japonesa emitiu um alerta de tsunami até um metro para as ilhas Izu, a sul de Tóquio, e para o arquipélago Ogasawara, no extremo sul, no Oceano Pacifico.

Os registos da agência meteorológica japonesa dão conta de pequenas ondas de 50 centímetros terem atingido a ilha de Hachijojima, uma das ilhas Izu, enquanto ondas menores foram registadas na costa de outras pequenas ilhas da zona.

Cerca de duas horas depois do choque, a agência cancelou o aviso sem relatos de feridos ou danos materiais.

O arquipélago japonês está localizado no chamado anel de fogo do Pacifico e regista anualmente centenas de sismos, muitos dos quais não percebidos pelos seres humanos.

Lusa
  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.