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Um dos envolvidos no tiroteio no Texas foi investigado por terrorismo

 A polícia federal dos Estados Unidos (FBI) indicou que um dos suspeitos que planeava atacar um concurso de caricaturas de Maomé em Garland (Texas) é um indivíduo que foi investigado por terrorismo, informou hoje o canal ABC News. 

© Nancy Wiechec / Reuters

Segundo a estação norte-americana, que citou um responsável do FBI que falou sob anonimato, o suspeito foi identificado como Elton Simpson, um indivíduo residente no estado do Arizona (sudoeste dos Estados Unidos) que esteve envolvido há cinco anos numa investigação por alegadas ligações terroristas. 

Na altura, Elton Simpson foi condenado por ter mentido aos agentes do FBI sobre os seus planos de viagem para o continente africano. Posteriormente, um juiz decidiu que as autoridades não tinham conseguido confirmar as intenções de Elton Simpson de integrar um grupo terrorista. 

Simpson e um outro homem foram abatidos no domingo pela polícia de Garland, nos subúrbios de Dallas, quando se aproximaram de carro do Curtis Culwell Center, local onde estava a decorrer um concurso de caricaturas do profeta Maomé.

Os dois homens saíram do veículo e abriram fogo, ferindo um agente das forças de segurança que estava no local. 

Após um tiroteio que demorou alguns segundos, os dois suspeitos acabaram por ser abatidos por dois agentes da polícia.

Ainda no domingo, o FBI deslocou-se ao apartamento de Elton Simpson, situado numa zona residencial a norte da cidade de Phoenix. 

Um canal de televisão local avançou entretanto que os dois homens partilhavam a mesma casa.

Segundo o centro norte-americano de vigilância de 'sites' islamitas (SITE), um homem que afirmou pertencer ao grupo extremista Estado Islâmico (EI) escreveu no domingo na rede social Twitter que o ataque tinha sido perpetrado por dois simpatizantes do movimento.

Num conjunto de mensagens ('tweets') datados de 03 de maio, o homem identificado como Abu Hussain Al Britani -- segundo o centro norte-americano o nome do 'jihadista' britânico Junaid Hussain -, afirmou que "dois irmãos tinham aberto fogo contra uma exposição artística sobre o profeta Maomé no Texas", cujos participantes "pensavam que no Texas estavam a salvo dos soldados do EI".



Lusa

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