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NATO quer prolongar presença no Afeganistão

A NATO pretende prolongar a sua presença no Afeganistão, depois de concluir a atual missão para ajudar a assessorar as forças de segurança locais, informou o secretário-geral da Aliança, Jens Stoltenberg.

"Espero que decidamos manter a presença no Afeganistão, depois de terminar a atual missão, para treinar e assessorar e dar assistências às forças de segurança afegãs", disse o secretário-geral da Aliança, Jens Stoltenberg, referindo-se à reunião dos chefes de diplomacia dos membros da NATO, que vai decorrer quarta e quinta-feira em Antalya, Turquia. (Arquivo)

"Espero que decidamos manter a presença no Afeganistão, depois de terminar a atual missão, para treinar e assessorar e dar assistências às forças de segurança afegãs", disse o secretário-geral da Aliança, Jens Stoltenberg, referindo-se à reunião dos chefes de diplomacia dos membros da NATO, que vai decorrer quarta e quinta-feira em Antalya, Turquia. (Arquivo)

© Rafael Marchante / Reuters

"Espero que decidamos manter a presença no Afeganistão, depois de terminar a atual missão, para treinar e assessorar e dar assistências às forças de segurança afegãs", disse, referindo-se à reunião dos chefes de diplomacia dos membros da NATO, que vai decorrer quarta e quinta-feira em Antalya, Turquia.

Segundo Jens Stoltenberg, em Antalya vai ser discutida a forma de reforçar a cooperação com o Afeganistão no futuro.

Para o secretário-geral da NATO, as Forças Armadas e a polícia do Afeganistão fizeram um "grande trabalho" desde que assumiram a responsabilidade pela segurança do país no início deste ano, mas "continuam a precisar de apoio".

A NATO concluiu em finais de 2014 a missão de combate no Afeganistão, quando entregou a responsabilidade por garantir a segurança do país às forças locais.

Em janeiro deste ano, a NATO começou uma nova missão, chamada "Apoio Decidido", para dar assistência, assessoria e formação às forças de segurança afegãs com a presença de cerca de 12 mil soldados.

Os Estados Unidos anunciaram em março que vai retardar a retirada das suas tropas do Afeganistão e que vai manter 9.800 militares até ao final do ano, em vez de reduzir o número para metade, como previa inicialmente.

Fontes da NATO indicaram que a nova etapa de presença do Afeganistão terá uma natureza civil e poderá contar com mais dois mil efetivos para 2016 ou 2017.

"Apesar de ter alguns aspetos de assessoria militar, não vai ser uma operação realmente militar, mas civil", disseram as mesmas fontes.
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