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Cruz Vermelha eleva pedido de ajuda ao Nepal para 81 milhões

A Cruz Vermelha reviu hoje em alta, para 81 milhões de euros, o apelo para ajudar a financiar as suas operações no Nepal, atingido por dois terramotos que fizeram cerca de 8.500 mortos e deixaram milhares de desalojados.

Nepal, 25 de abril de 2015: Cerca de 8.900 pessoas morreram num violento sismo de magnitude 7,8 na escala aberta de Richter, seguido de outro tremor de terra de magnitude 7,3 a 12 de maio.

Nepal, 25 de abril de 2015: Cerca de 8.900 pessoas morreram num violento sismo de magnitude 7,8 na escala aberta de Richter, seguido de outro tremor de terra de magnitude 7,3 a 12 de maio.

© Ahmad Masood / Reuters

A organização humanitária adiantou que foi obrigada a rever a previsão inicial de cerca de 31 milhões de euros, depois de um novo sismo com uma magnitude de 7,3 ter atingido o país na terça-feira, desencadeando uma vaga de pânico em Katmandu e devastando aldeias perdidas nas montanhas.

O segundo terramoto "exacerbou a situação" inicial e afetou zonas que não tinham sido afetadas anteriormente, declarou Elhadj As Sy, secretário-geral da Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.

As organizações humanitárias estão empenhadas numa corrida contra o tempo para fornecer abrigo e assistência às vítimas dos terramotos antes que a monção, iminente, provoque deslizamentos de terra e bloqueie o acesso às aldeias mais isoladas dos Himalaias.

"Trabalhamos em modo de emergência absoluta", explicou As Sy. "Não importa o que pensam do que fazemos, porque não é o suficiente, tendo em conta o âmbito e a escala do problema que enfrentamos", acrescentou.

Criticado pela sua gestão da crise, o governo nepalês reconheceu ter sido ultrapassado pela magnitude do primeiro abalo de magnitude 7,8, em 25 de Abril, o mais mortal a atingir o país em 80 anos.






Lusa
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