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Quarenta jihadistas mortos num raide da força aérea síria em Alepo

Pelo menos quarenta combatentes jihadistas foram esta quinta-feira mortos num ataque aéreo a uma base no norte de Alepo, Síria, anunciou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

O uso de "bombas barril" - cilindros cheios de explosivos - por Damasco, é criticado pelas organizações dos direitos humanos devido à potência destruidora que a carateriza.

O uso de "bombas barril" - cilindros cheios de explosivos - por Damasco, é criticado pelas organizações dos direitos humanos devido à potência destruidora que a carateriza.

© Stringer Shanghai / Reuters

"Os rebeldes islâmicos tinham munições armazenadas na base, o que ampliou a magnitude da explosão", explicou Rami Abdel Rahman, responsável do OSDH, sediada no Reino Unido.

Citando testemunhos de quem presenciou o ataque, aquele responsável disse que a explosão parecia um "terramoto".

"Pelo menos, 40 rebeldes das fações islamitas, incluindo três líderes, foram mortos devido a uma 'bomba barril' e a um míssil disparados pelo exército sírio contra a base em Al-Shaar, nas imediações de Alepo", adiantou ainda Rami Abdel Rahman.

Al-Shaar, uma região a leste de Alepo e controlada pela oposição, é frequentemente bombardeada pela força aérea e helicópteros do regime de Damasco.

"Os rebeldes visados pertencem à Frente Norte, uma coligação de fações radicais islamitas criada em dezembro", acrescentou Abdel Rahman. 

O uso de "bombas barril" - cilindros cheios de explosivos - por Damasco, é criticado pelas organizações dos direitos humanos devido à potência destruidora que a carateriza. 
Lusa
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