sicnot

Perfil

Mundo

Quarenta jihadistas mortos num raide da força aérea síria em Alepo

Pelo menos quarenta combatentes jihadistas foram esta quinta-feira mortos num ataque aéreo a uma base no norte de Alepo, Síria, anunciou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

O uso de "bombas barril" - cilindros cheios de explosivos - por Damasco, é criticado pelas organizações dos direitos humanos devido à potência destruidora que a carateriza.

O uso de "bombas barril" - cilindros cheios de explosivos - por Damasco, é criticado pelas organizações dos direitos humanos devido à potência destruidora que a carateriza.

© Stringer Shanghai / Reuters

"Os rebeldes islâmicos tinham munições armazenadas na base, o que ampliou a magnitude da explosão", explicou Rami Abdel Rahman, responsável do OSDH, sediada no Reino Unido.

Citando testemunhos de quem presenciou o ataque, aquele responsável disse que a explosão parecia um "terramoto".

"Pelo menos, 40 rebeldes das fações islamitas, incluindo três líderes, foram mortos devido a uma 'bomba barril' e a um míssil disparados pelo exército sírio contra a base em Al-Shaar, nas imediações de Alepo", adiantou ainda Rami Abdel Rahman.

Al-Shaar, uma região a leste de Alepo e controlada pela oposição, é frequentemente bombardeada pela força aérea e helicópteros do regime de Damasco.

"Os rebeldes visados pertencem à Frente Norte, uma coligação de fações radicais islamitas criada em dezembro", acrescentou Abdel Rahman. 

O uso de "bombas barril" - cilindros cheios de explosivos - por Damasco, é criticado pelas organizações dos direitos humanos devido à potência destruidora que a carateriza. 
Lusa
  • Frio no fim de semana, regiões do interior podem chegar aos -5 °C
    1:23

    País

    A Proteção Civil emitiu um alerta para o tempo frio e seco e pede cuidados redobrados. As temperaturas já começaram a descer, com regiões a registarem valores negativos. No interior, podem chegar aos 5 graus negativos. Até ao Natal o tempo vai manter-se frio, seco e com ausência de chuva.

  • Bombeiro ferido nos fogos de Pedrógão Grande regressou a casa
    2:33

    Tragédia em Pedrógão Grande

    Seis meses depois dos incêndios de Pedrógão Grande, regressou a casa o último dos bombeiros de Castanheira de Pera que estava internado desde junho. Rui Rosinha esteve em coma mais de dois meses e tem ainda pela frente uma longa recuperação. O bombeiro não quer que o país esqueça o que aconteceu e espera que as duas tragédias deste ano (fogos de junho e outubro) sirvam de lição para o futuro.

  • Pedrógão Grande, seis meses depois - documentário Expresso
    0:29
  • Fitch retira Portugal do "lixo"
    2:20
  • PS volta a subir nas intenções de voto e não baixa dos 40%
    2:01
  • Marcelo evita "ideia de que o ano foi todo muito bom"
    3:14

    País

    Marcelo Rebelo de Sousa disse esta sexta-feira que 2017 teve "o melhor e o pior" e que "é preciso evitar a "ideia que o ano foi todo muito bom". O Presidente da República fez estas declarações depois de António Costa ter dito que a nível económico este "foi um ano particularmente saboroso".