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ONU critica Nauru por proibir Facebook

As Nações Unidas criticaram hoje a pequena nação de Nauru, no Pacífico, por ter limitado o acesso à Internet, incluindo ao Facebook, e instou o país a acabar com a repressão à liberdade de expressão.

Reuters

Nauru limitou o acesso à Internet na nação de 10 mil pessoas no mês passado, alegando que estava a impedir a pornografia, apesar de também ter bloqueado páginas como o Facebook.

Os líderes da ilha introduziram também leis que os críticos receiam poderem resultar em penas de prisão de sete anos para aqueles que participam em protestos políticos.

O enviado especial das Nações Unidas para questões de liberdade de expressão, David Kaye, acredita que estas mudanças são demasiado amplas e devem ser repelidas.

Num comunicado emitido hoje, Kaye disse que Nauru deve permitir a liberdade de expressão sem gerar receios de perseguição.

"Estas novas leis podem ser usadas para amordaçar as opiniões de dissidentes e dissuadir dos defensores de direitos humanos, jornalistas, estudantes, políticos e membros da sociedade civil", afirmou.

O Facebook é usado como plataforma para opiniões discordantes em Nauru e Kaye acredita que o seu encerramento foi "delineado para prevenir os que buscam asilo e os refugiados no país de obterem informação sobre a sua situação".

Desde 2013 que a Austrália enviou todos os imigrantes que chegaram de barco para centros de detenção para Nauru e Papua Nova Guiné.


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