sicnot

Perfil

Mundo

Japão proíbe carne crua de porco nos seus restaurantes

O Japão decidiu proibir que os restaurantes sirvam carne crua de porco, incluindo especialidades muito apreciadas, como o sashimi de fígado de porco, devido aos riscos de hepatite E e infeções parasitárias a que estão expostos os consumidores.

© Toru Hanai / Reuters

Segundo detalham hoje os meios de comunicação locais, a proibição entrará em vigor em meados de junho e exigirá aos estabelecimentos que esterilizem a carne mediante tratamentos de calor.

O Ministério da Saúde japonês manifestou-se especialmente preocupado com o aumento do consumo de fígado de porco depois da proibição em 2012 do fígado de vaca, após uma série de intoxicações graves no Japão.

As autoridades consideram que o consumo de carne crua de porco é a causa do aumento de casos de hepatite E - 146 em 2014 depois de 55 em 2011.

Já nos restaurantes de 'yakiniku', onde os clientes é que confecionam os alimentos, numa panela instalada na sua mesa, a lei obriga os proprietários a advertir de forma visível os clientes para os riscos de uma carne mal cozinhada.

Quem não cumprir a lei está sujeito a penas de prisão até dois anos e a multas de dois milhões de ienes - cerca de 14.770 euros.


  • Economia portuguesa a crescer
    2:26
  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
    4:00

    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.