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Pelo menos 22 pessoas expostas a antraz em base norte-americana na Coreia do Sul

Pelo menos 22 pessoas podem ter sido expostas a antraz durante um exercício de formação laboratorial numa base militar norte-americana na Coreia do Sul, de acordo com um comunicado do exército.

© Kim Hong-Ji / Reuters

Sublinhando que "não há risco" para o público, o comunicado da Osan Air Force Base disse que o alarme soou depois de se descobrir que a bactéria que estava a ser usada no exercício podia não estar inativa.

"Vinte e duas pessoas podem ter sido expostas durante a formação", indica o comunicado, acrescentando que ninguém apresentou ainda sintomas.

Além da Coreia do Sul, as amostras foram também enviadas, entre março de 2014 e março de 2015, a laboratórios em Maryland, Texas, Wisconsin, Delaware, Nova Jersey, Tennessee, Nova Iorque, Califórnia e Virgínia. 

EUA enviaram "inadvertidamente" amostras vivas de antraz para nove estados

O exército dos Estados Unidos enviou "inadvertidamente" amostras da bactéria viva do antraz a laboratórios de nove estados do país e a uma base militar norte-americana na Coreia do Sul, revelou hoje o Pentágono.

As amostras, que, em princípio, deveriam conter antraz morto ou inativo, foram enviadas entre março de 2014 e o mesmo mês deste ano a laboratórios em Maryland, Texas, Wisconsin, Delaware, Nova Jersey, Tennessee, Nova Iorque, Califórnia e Virgínia, além da Coreia do Sul.

O Pentágono assegurou que ninguém foi infetado e que não existe risco para o público, mas informou que mantém quatro pessoas sob medidas preventivas por terem estado expostas ao antraz.

As quatro pessoas estiveram expostas ao antraz que, no caso de ser inalado, pode causar a morte, quando realizaram "procedimentos que permitiram a passagem do agente para o ar".

As amostras de antraz foram enviadas desde um laboratório do exército em Utah como parte de um programa para desenvolver um teste nas bases que permita identificar ameaças ante possíveis ataques biológicos.

O porta-voz do Pentágono, o coronel Steve Warren, explicou ter sido aberta uma investigação para determinar o que se passou e anunciou que o departamento de Defesa interrompeu o envio de antraz inativo até que sejam esclarecidas as causas do erro.

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