sicnot

Perfil

Mundo

Austrália interceta e rejeita entrada de embarcação com imigrantes ilegais

A marinha australiana intercetou e rejeitou a entrada nas suas águas territoriais de uma embarcação que tinha a bordo várias dezenas de imigrantes ilegais que tentavam chegar à Nova Zelândia, divulgou hoje a polícia indonésia. 

© Darrin Zammit Lupi / Reuters

Após rejeitados pelas autoridades australianas, os 65 imigrantes oriundos do Bangladesh, Birmânia e Sri Lanka chegaram à ilha de Rote, no leste da Indonésia, indicou hoje um oficial da polícia local.

"De acordo com os testemunhos dos imigrantes, eles foram devolvidos pela marinha e pelos serviços de imigração australianos depois de terem sido interrogados", referiu o mesmo representante.

"Afirmaram que estavam a caminho da Nova Zelândia", acrescentou. 

O mesmo oficial precisou que os imigrantes foram encontrados no domingo numa praia por habitantes da região, depois da embarcação em que viajavam ter naufragado.

Pouco tempo depois de ter chegado ao poder, em setembro de 2013, o governo conservador australiano liderado por Tony Abbott lançou a operação "Fronteiras Soberanas", com o objetivo de desencorajar os migrantes que tentam chegar à Austrália por via marítima.

Os navios da marinha australiana intercetam as embarcações que transportam os migrantes, devolvendo-os posteriormente para o ponto de partida, na maioria dos casos para a Indonésia.

Os requerentes de asilo que chegam por mar à Austrália são colocados em campos de retenção temporária, antes de serem extraditados para os respetivos países de origem. Estes migrantes também podem ser transportados para o Camboja, onde foi instalado um centro de abrigo, no âmbito de um controverso acordo bilateral com as autoridades de Camberra.

Nas últimas semanas, mais de 3.500 migrantes chegaram à Tailândia, Malásia e Indonésia. Muitos outros continuam retidos a bordo de embarcações sobrelotadas que estão à deriva no mar.  

Lusa
  • Pedrógão e o Governo das culpas dos outros

    Opinião

    Depois das revelações do ‘Expresso’ e do ‘i’, o primeiro-ministro e os ministros saíram à rua com uma estratégia muito bem definida: desmentir a existência de listas secretas e centrar as atenções no Ministério Público. Ao mesmo tempo, nas redes sociais, está em curso (mais) uma campanha contra os jornalistas. Os anónimos, com cartão de militante, que escrevem nessas páginas acusam os jornais das “mais rebuscadas teorias da conspiração”. Nada de novo portanto.

    Bernardo Ferrão

  • "A verdadeira questão são as imagens com que abrimos o Jornal, é um país que está a arder"
    2:52

    Opinião

    A polémica em torno do número de vítimas da tragédia de Pedrógão Grande esteve em análise no Jornal da Noite. Miguel Sousa Tavares diz não compreender "que se faça disto uma questão política" e reitera que o foco deve centrar-se nas imagens de "um país que está a arder". O comentador SIC afirma ainda que "64 mortos num incêndio é um escândalo, um número absurdo".

    Miguel Sousa Tavares

  • "Hoje vi chover lume"
    3:57
  • Quase mil bombeiros combatem chamas na Sertã
    1:37

    País

    O incêndio que deflagrou no domingo, na Sertã, concelho de Castelo Branco, ainda não foi extinto. Perto de mil homens combatem as chamas no terreno, apoiados por 10 meios aéreos. O fogo tem frentes em Mação e Proença-a-Nova.

  • Proteção Civil acusada de gestão errática no incêndio de Mação
    1:26

    País

    O comandante dos Bombeiros de Constância e o vice-Presidente da Liga dos Bombeiros acusam a Proteção Civil de desviar meios do fogo de Mação, em Santarém, que eram essenciais para travar o incêndio. As chamas desceram da Sertã e acabaram por queimar uma casa de habitação.

  • Milhares de clientes da CGD vão pagar quase 5€/ mês por comissões de conta
    1:24
  • "A Minha Outra Pátria": o drama da Venezuela no Jornal da Noite
    2:12
  • O apelo da adolescente arrependida de ir lutar pelo Daesh

    Daesh

    Uma adolescente alemã que desapareceu da casa dos pais, no estado da Saxónia, esteve entre os vários militantes do Daesh detidos este fim de semana na cidade iraquiana de Mossul. Arrependida do rumo que deu à sua vida, deixou um apelo emocionado em que expressa, repetidamente, a vontade de "fugir" e voltar para casa.

    SIC

  • Bebé Charlie Grad já não vai receber tratamento nos EUA

    Mundo

    A mãe de Charlie Grad disse esta segunda-feira que o bebé poderia ter vivido uma vida normal, caso tivesse começado a receber tratamento cedo. Já o pai admitiu que o filho não iria viver até ao primeiro aniversário. O bebé foi diagnosticado com uma doença rara e um hospital em Inglaterra pediu permissão para desligar a ventilação artificial e fornecer-lhe cuidados paliativos. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos aceitou e, até hoje, os pais travaram uma batalha na Justiça para suspender a decisão na esperança de irem tratar o filho nos Estados Unidos da América.