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Presidente do Irão pede unidade e coesão nacional

O Presidente iraniano, Hassan Rohani, apelou esta quarta-feira, em Teerão, à "unidade nacional" face aos "inimigos do Irão", durante uma cerimónia religiosa.

Hassan Rohani, que falava por ocasião do 26.º aniversário da morte do imã Ruhollah Khomeini, fundador da República islâmica, enfrenta críticas dos conservadores que o acusam de se aproximar dos inimigos, nomeadamente dos Estados Unidos da América, por causa das negociações sobre o dossiê nuclear iraniano. (Arquivo)

Hassan Rohani, que falava por ocasião do 26.º aniversário da morte do imã Ruhollah Khomeini, fundador da República islâmica, enfrenta críticas dos conservadores que o acusam de se aproximar dos inimigos, nomeadamente dos Estados Unidos da América, por causa das negociações sobre o dossiê nuclear iraniano. (Arquivo)

© Beawiharta Beawiharta / Reuters

Hassan Rohani, que falava por ocasião do 26.º aniversário da morte do imã Ruhollah Khomeini, fundador da República islâmica, enfrenta críticas dos conservadores que o acusam de se aproximar dos inimigos, nomeadamente dos Estados Unidos da América, por causa das negociações sobre o dossiê nuclear iraniano.

O Irão e o grupo 5+1 (Estados Unidos, Rússia, China, França, Reino Unido e Alemanha) negoceiam desde 2013 para limitar as ambições nucleares de Terrão em troca do levantamento das sanções internacionais, impostas ao país em 2006.

As partes têm até 30 de junho para redigir um texto completo e definitivo, mas os negociadores iranianos e norte-americanos estão sujeitos à grande pressão dos milhares de conservadores.

"Precisamos de unidade e coesão", disse o Presidente iraniano, citando Khomeini, que morreu a 4 de junho de 1989.

"Os inimigos querem criar a discórdia entre os grupos étnicos e religiões (...) O primeiro passo é termos o país unido", vincou.

O chefe de Estado iraniano pediu para todos falarem a uma "só voz", apesar das "diferenças de opinião, de partidos diferentes", "para o interesse nacional e para preservar o regime".

"Esta Nação tem resistido durante 36 anos e vai continuar a resistir", disse, prometendo manter as promessas feitas durante a campanha eleitoral.

No discurso, prometeu também resolver o problema para levantar as sanções internacionais, que sufocam a economia do país.
Lusa
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