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Assassinada portuguesa proprietária de hotel em Caracas

Uma mulher portuguesa de 79 anos foi assassinada em Caracas, no sábado, dentro do hotel do qual era proprietária, informaram este domingo fontes da comunidade portuguesa local.

Segundo a imprensa venezuelana, as autoridades suspeitam que a portuguesa tenha sido assassinada por alguém conhecido, que sabia localizar o seu quarto e tinha conhecimento da existência de valores, tendo desaparecido dinheiro e a chave de uma casa da qual era proprietária, entre outros valores. (Arquivo)

Segundo a imprensa venezuelana, as autoridades suspeitam que a portuguesa tenha sido assassinada por alguém conhecido, que sabia localizar o seu quarto e tinha conhecimento da existência de valores, tendo desaparecido dinheiro e a chave de uma casa da qual era proprietária, entre outros valores. (Arquivo)

© XXSTRINGERXX xxxxx / Reuters

Radicada há mais de 50 anos na Venezuela, Maria Elia Dias de Prieto foi encontrada morta por um dos inquilinos do hotel Dias e Silva, que a tentara localizar, depois de não ter tido resposta, ao pedido de abertura da porta do hotel do centro de Caracas, como acontecia todos os dias.

O diário venezuelano El Universal noticiou entretanto que a portuguesa terá sido estrangulada e atacada com uma arma branca, "por indivíduos que entraram no seu quarto", .

"Era uma anciã muito frágil", disse uma familiar da vítima ao jornal venezuelano. "Não é justo que lhe tenham feito algo tão cruel".

Segundo a imprensa venezuelana, as autoridades suspeitam que a portuguesa tenha sido assassinada por alguém conhecido, que sabia localizar o seu quarto e tinha conhecimento da existência de valores, tendo desaparecido dinheiro e a chave de uma casa da qual era proprietária, entre outros valores.

A investigação do homicídio está a cargo do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalísticas da Venezuela.

Maria Elia Dias de Prieto tinha dois filhos, residentes em Portugal, mas insistia em permanecer na Venezuela, por querer "retribuir" o bom acolhimento recebido, quando emigrou para Caracas.
Lusa
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