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Grupo de Bilderberg reúne-se entre quinta e domingo na Áustria

O grupo Bilderberg de personalidades políticas, do patronato e da ciência vai realizar o seu encontro anual, à porta fechada, entre quinta-feira e domingo, numa aldeia austríaca, anunciaram hoje os organizadores.  

Foi em português e com o poema “Recomeça”, de Miguel Torga, que Durão Barroso se despediu dos correspondentes em Bruxelas, numa última conferência de imprensa como presidente da Comissão Europeia. Barroso não quis dar respostas concretas mas também não fechou a porta a um cargo nas Nações Unidas ou a um regresso à vida política em Portugal.

Foi em português e com o poema “Recomeça”, de Miguel Torga, que Durão Barroso se despediu dos correspondentes em Bruxelas, numa última conferência de imprensa como presidente da Comissão Europeia. Barroso não quis dar respostas concretas mas também não fechou a porta a um cargo nas Nações Unidas ou a um regresso à vida política em Portugal.

© Francois Lenoir / Reuters

O encontro deste ano fica marcado pela ausência de Francisco Pedro Balsemão, que pertencia ao comité de diretores do clube. Durão Barroso é o sucessor.

O grupo, cujo objetivo declarado é a "promoção do diálogo entre a Europa e a América do Norte", confirmou a presença de 140 participantes de 22 países na 63.ª conferência, que vai decorrer em Telfs-Buchen, perto de Innsbruck (oeste). 

Entre os convidados políticos contam-se, entre outros, o primeiro-ministro belga, Charles Michel, o ministro das Finanças holandês e presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, o presidente austríaco, Heinz Fischer, e o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg. 

Vão estar também presentes a conselheira económica do presidente francês François Hollande, Laurence Boone, o presidente da Michelin Jean-Dominique Sénard, o presidente da câmara de Bordéus (sudoeste) e futuro candidato às primárias da direita Alain Juppé, ou o professor universitário especialista do mundo árabe Gilles Kepel. 

A presidência do grupo Bilderberg é ocupada pelo patrão da seguradora Axa, o francês Henri de Castries. 

O grupo nasceu em 1954 no hotel Bilderberg, na Holanda. A sua existência suscita várias teorias da conspiração, durante muito tempo alimentadas pela ausência total de comunicação sobre as reuniões. 

Estas decorrem sem ordem do dia e sem qualquer declaração pública. 

Outros críticos acusam o grupo de defender uma globalização ultraliberal. 

Para o encontro deste ano, a segurança, as tecnologias de informação e os grandes dossiers geopolíticos da atualidade deverão dominar os debates. 


Com Lusa
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