sicnot

Perfil

Mundo

Cápsula espacial Soyuz com três astronautas da Estação Espacial aterrou sem contratempos

Os três astronautas da 43.ª missão da Estação Espacial Internacional (EEI) regressaram hoje à Terra na nave "Soyuz TMA-15M", que aterrou sem problemas na estepe do Cazaquistão, informou o Centro de Controlo espacial russo.

O módulo em que viajavam os três astronautas aterrou sem contratempos às 16:45 horas de Moscovo (13:44 horas de Portugal), anunciou o centro espacial, citado pela agência espanhola EFE.

A tripulação era composta pelo russo Anton Shkaplerov (cosmonauta da Agência Espacial Federal Russa, Roscosmos), a italiana Samantha Cristoforetti (da agência espacial europeia, ESA), e o norte-americano Terry Virts (da agência aeroespacial norte-americana, NASA). 

"A cápsula aterrou na zona prevista, aproximadamente a uns 145 quilómetros a sudeste da cidade de Dzhezkazgan", informou o Centro de Comando. 

A "Soyuz TMA-15M" separou-se da EEI, principiando o seu regresso à Terra três horas antes da aterragem.

Durante a descida, a cápsula dividiu-se em três módulos, dos quais apenas o habitado pela tripulação aterrou com ajuda de um para-quedas.

Os três astronautas passaram 199 dias no espaço, sendo obrigados a adiar o regresso, inicialmente previsto para 14 de maio, depois de ter falhado um lançamento do cargueiro espacial Progress M-27M com abastecimentos para a EEI.

Na Estação Espacial Internacional permanece uma tripulação russo-americana composta por Guenadi Padalka, Mikhail Kornienko e Scott Kelly.

Samantha Cristoforetti, apelidada de "AstroSamantha" pela imprensa italiana, foi, além da primeira mulher italiana no espaço, a mulher que mais tempo permaneceu em órbita e o membro da ESA que mais tempo consecutivo passou em missão no espaço.


Lusa
  • Pedrógão e o Governo das culpas dos outros

    Opinião

    Depois das revelações do ‘Expresso’ e do ‘i’, o primeiro-ministro e os ministros saíram à rua com uma estratégia muito bem definida: desmentir a existência de listas secretas e centrar as atenções no Ministério Público. Ao mesmo tempo, nas redes sociais, está em curso (mais) uma campanha contra os jornalistas. Os anónimos, com cartão de militante, que escrevem nessas páginas acusam os jornais das “mais rebuscadas teorias da conspiração”. Nada de novo portanto.

    Bernardo Ferrão

  • "A verdadeira questão são as imagens com que abrimos o Jornal, é um país que está a arder"
    2:52

    Opinião

    A polémica em torno do número de vítimas da tragédia de Pedrógão Grande esteve em análise no Jornal da Noite. Miguel Sousa Tavares diz não compreender "que se faça disto uma questão política" e reitera que o foco deve centrar-se nas imagens de "um país que está a arder". O comentador SIC afirma ainda que "64 mortos num incêndio é um escândalo, um número absurdo".

    Miguel Sousa Tavares

  • "Hoje vi chover lume"
    3:57
  • Quase mil bombeiros combatem chamas na Sertã
    1:37

    País

    O incêndio que deflagrou no domingo, na Sertã, concelho de Castelo Branco, ainda não foi extinto. Perto de mil homens combatem as chamas no terreno, apoiados por 10 meios aéreos. O fogo tem frentes em Mação e Proença-a-Nova.

  • Proteção Civil acusada de gestão errática no incêndio de Mação
    1:26

    País

    O comandante dos Bombeiros de Constância e o vice-Presidente da Liga dos Bombeiros acusam a Proteção Civil de desviar meios do fogo de Mação, em Santarém, que eram essenciais para travar o incêndio. As chamas desceram da Sertã e acabaram por queimar uma casa de habitação.

  • Milhares de clientes da CGD vão pagar quase 5€/ mês por comissões de conta
    1:24
  • "A Minha Outra Pátria": o drama da Venezuela no Jornal da Noite
    2:12
  • O apelo da adolescente arrependida de ir lutar pelo Daesh

    Daesh

    Uma adolescente alemã que desapareceu da casa dos pais, no estado da Saxónia, esteve entre os vários militantes do Daesh detidos este fim de semana na cidade iraquiana de Mossul. Arrependida do rumo que deu à sua vida, deixou um apelo emocionado em que expressa, repetidamente, a vontade de "fugir" e voltar para casa.

    SIC

  • Bebé Charlie Grad já não vai receber tratamento nos EUA

    Mundo

    A mãe de Charlie Grad disse esta segunda-feira que o bebé poderia ter vivido uma vida normal, caso tivesse começado a receber tratamento cedo. Já o pai admitiu que o filho não iria viver até ao primeiro aniversário. O bebé foi diagnosticado com uma doença rara e um hospital em Inglaterra pediu permissão para desligar a ventilação artificial e fornecer-lhe cuidados paliativos. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos aceitou e, até hoje, os pais travaram uma batalha na Justiça para suspender a decisão na esperança de irem tratar o filho nos Estados Unidos da América.