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Jihadista Mokhtar Belmokhtar morto em bombardeamento na Líbia

O combatente islâmico argelino Mokhtar Belmokhtar terá sido morto num bombardeamento na Líbia por forças norte-americanas, segundo responsáveis líbios. Era acusado de liderar o ataque ao gasoduto de Amenas de há dois anos, no qual 800 pessoas foram feitas reféns e 40 morreram.

Arquivo reuters

Mokhtar Belmokhtar terá sido morto na cidade de Ajdabiya, no leste da Líbia, de acordo com um comunicado do Governo daquele país. Segundo os Estados Unidos, o jihadista foi, de facto, detectado e a operação "teve êxito", mas os detalhes do bombardeamento ainda estão a ser analisados.

Belmokhtar era procurado há já bastante tempo pelos Estados Unidos, que lançaram um programa de "recompensas  para a justiça", a quem encontrasse responsáveis da Al-Qaeda do Magrebe Islâmico (AQMI). 

Existente desde 1984, este programa consiste na oferta de dinheiro a  todo o informador que permita a detenção ou eliminação de indivíduos que  ameacem os interesses dos EUA.  

Para quem encontrasse Belmokhtar, um dissidente da AQMI que criou o seu próprio grupo  no final de 2012, estavam reservados cinco milhões de dólares (3,8 milhões  de euros). 

Nascido na Argélia, ganhou notoriedade no ataque ao gasoduto de Amenas de há dois anos, no qual 800 pessoas foram feitas reféns e 40 morreram.


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