sicnot

Perfil

Mundo

Governo da Moldávia demite-se em bloco

O Governo da Moldávia demitiu-se esta terça-feira em bloco depois da renúncia, na sexta-feira, do primeiro-ministro, Chiril Gaburici, suspeito de falsificação do diploma universitário, segundo um comunicado citado pela agência EFE.

O Governo demitiu-se em bloco depois da renúncia, na sexta-feira, do primeiro-ministro, Chiril Gaburici, suspeito de falsificação do diploma universitário.

O Governo demitiu-se em bloco depois da renúncia, na sexta-feira, do primeiro-ministro, Chiril Gaburici, suspeito de falsificação do diploma universitário.

© Stringer . / Reuters

Segundo a Constituição da antiga república soviética, o presidente, Nikolai Timofti, tem de decretar a demissão do Governo e nomear um primeiro-ministro interino, iniciando depois consultas com os diferentes grupos parlamentares para formar uma nova coligação e nomear um novo primeiro-ministro.

Se num prazo de três meses não for alcançado um acordo, o presidente deverá convocar eleições antecipadas.

Gaburici, 38 anos, foi designado primeiro-ministro a 18 de fevereiro passado com o apoio do Partido Liberal Democrata, do Partido Democrata e do Partido Comunista, que têm juntos 60 dos 101 assentos do Parlamento moldavo.

Em abril surgiram as primeiras alegações de que teria falsificado o seu diploma e na sexta-feira, depois de notificado da investigação, demitiu-se, afirmando não querer "participar em jogos políticos".
Lusa
  • Incêndio de Setúbal "quase dominado"
    4:04

    País

    O incêndio que deflagrou segunda-feira em Setúbal está "quase dominado", segundo informações da presidente da Câmara. Maria das Dores Meira diz que não há feridos a registar e que os habitantes já vão regressando a casa. Para ajudar no combate ao fogo foram enviados meios de Lisboa.

  • "Lancei um tema que os portugueses há muito queriam discutir"
    11:26
  • Danos Colaterais 
    18:55
    Reportagem Especial

    Reportagem Especial

    Jornal da Noite

    Nos últimos oito anos a banca perdeu 12 mil profissionais. A dimensão de despedimentos no setor é a segunda maior da economia portuguesa, só ultrapassada pela construção civil. A etapa mais complexa da história começou em 2008, com a nacionalização do BPN. Desde então, as saídas têm sido a regra. A reportagem especial desta terça-feira, "Danos Colaterais", dá voz aos despedidos da banca.