sicnot

Perfil

Mundo

Mês de maio foi o mais quente desde o final do século XIX

O mês de maio foi o mais quente desde o final do século XIX. A revelação foi feita hoje pela Agência oceânica e atmosférica dos Estados Unidos que comparou a temperatura média registada no mês passado em todo o Mundo com os meses hómologos dos últimos 136 anos. 

Mahesh Kumar A.

Para tal, muito contribuiu a vaga de calor que afetou a Índia e matou pelo menos 2.200 pessoas. Este semestre é, também, o mais quente desde que há registos. 

A agência sublinha que continua a verificar-se o aquecimento global da Terra.
  • Temperaturas vão subir
    1:43

    País

    Depois de um fim de semana de chuva, o sol e o calor estão de regresso a todo o país. As temperaturas começam a subir, a partir de hoje, e até ao final da semana prevê-se que ultrapassem os 30 graus.

  • Calor está de volta

    País

    As temperaturas vão subir gradualmente a partir de hoje, prevendo-se que no final da semana estejam acima dos 30 graus Celsius, disse hoje à Lusa a meteorologista Paula Leitão, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera. 

  • Évora e Beja sob aviso amarelo devido ao calor

    País

    Os distritos de Évora e Beja estão hoje sob aviso amarelo devido ao aumento da temperatura máxima, com persistência de valores elevados, de acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

  • Bataglia deixou passar 12 milhões pela sua conta a pedido de Salgado
    2:05

    Operação Marquês

    O presidente da Escom e arguido na Operação Marquês Helder Bataglia terá admitido que Ricardo Salgado utilizou uma conta bancária do empresário, na Suíça, para passar 12 milhões de euros a Carlos Santos Silva, amigo de José Sócrates. O amigo de Sócrates e Bataglia terão combinado várias formas de não levantar suspeitas. A notícia é avançada pelo jornal Expresso na edição deste sábado.

  • Cágado tratado com implante impresso em 3D
    2:26
  • Patrões não aceitam alterações ao acordo de concertação social
    2:25

    Economia

    As confederações patronais foram esta sexta-feira ao Palácio de Belém dizer ao Presidente da República que não aceitam que o Parlamento faça alterações ao acordo de concertação social. Os patrões dizem ainda ter esperança que o Parlamento não chumbe o decreto-lei que reduz a TSU das empresas com salários mínimos.