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Cuba abre primeiros espaços ''wi-fi'' ao público

O Governo cubano anunciou hoje a abertura, a partir de julho, de 35 espaços 'wi-fi' ao público, uma estreia nesta ilha onde o acesso à internet ainda é estritamente controlado. 

© Enrique de la Osa / Reuters

Estes espaços vão ser abertos nas principais cidades do país, incluindo cinco em Havana, e constituem "uma primeira etapa num melhor acesso à internet" em Cuba, anunciou o diretor de comunicação do monopólio estatal para as telecomunicações "Etecsa", Luis Manuel Diaz, ao diário oficial Juventude Rebelde. 

As tarifas para a internet pública vão baixar para dois dólares (1,76 euro) por hora, acrescentou. Mas este preço, que continua a ser proibitivo para a maioria dos cubanos, não corresponde ainda ao "preço desejado", precisou.  

Diaz não adiantou se as mesmas tarifas vão ser aplicadas nas zonas 'wi-fi'. 

Estas medidas são aplicadas no âmbito de uma estratégia do Governo cubano, anunciada em abril, e que visa permitir o acesso de "todos os cubanos" à internet no prazo de cinco anos, seguindo o plano 2020 da União Internacional das Telecomunicações (UIT). 

Para os países em desenvolvimento, a UIT recomenda que 50% da população tenha acesso à internet por um montante inferior a 5% do rendimento mensal. 

Desde 2013, os cubanos têm acesso a 155 salas públicas de acesso à internet, onde a "Etecsa" mantém desde fevereiro preços promocionais de 2,50 dólares/hora, uma descida relativamente ao preço habitual de 4,50 dólares/hora. 

O salário médio dos cubanos ronda os 20 dólares (cerca de 18 euros) por mês. 

Antes, os únicos acessos públicos à internet eram oferecidos por hotéis a preços ainda mais elevados (dez dólares por hora em média). 

O serviço de acesso à internet em casa continua a ser reservado a algumas profissões como jornalistas, médicos e universitários. 

De acordo com a UIT, apenas 3,4% das casas cubanas tinham acesso à internet em 2013. 



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