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Mais de 33 mil pessoas morreram em 2014 em ataques terroristas

Com mais de 33 mil pessoas mortas em 2014 em "ataques terroristas", o mundo registou uma subida acentuada do número de vítimas destes atentados, salientou hoje a diplomacia dos EUA. 

Julio Cortez

Num documento em que se faz um balanço quantitativo do ano 2014, o Departamento de Estado analisa também o aparecimento fulgurante do grupo terrorista que se designa por Estado Islâmico no Iraque e na Síria e acusa ainda o Irão de continuar a "apoiar o terrorismo" no Médio Oriente. 

O panorama estatístico mundial, que se estende até 31 de dezembro de 2014, recenseia 13.463 "ataques terroristas" no ano passado, que causaram a morte a 32.727 pessoas, o que representa uma subida de 81% em relação ao ano anterior. 

Desta avalanche de números em bruto, que deixa pouco espaço para a análise, Washington destaca que 95 países foram atacados por atos "terroristas" em 2014, mas que mais de 60% concentraram-se em Iraque, Paquistão, Afeganistão, Índia e Nigéria. 

O docuemnto destaca também que 78% das pessoas mortas foram-no nestes países.

Esta forte subida do número de mortes é atribuída ao facto de, "em 2014, ter havido 20 ataques em que se registaram (em cada um) mais de 100 pessoas mortas, o que compara com apenas dois em 2013", ainda segundo o Departamento de Estado. 

Conceito ideológico, próprio a várias controvérsias, o termo "terrorismo" é definido juridicamente pelo Governo dos EUA como um "ato de violência premeditada, com motivos políticos, realizado por grupos subnacionais ou agentes clandestinos, contra alvos não combatentes". 

Lusa
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