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Ban Ki-moon pede tolerância e humanidade com os refugiados

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, apelou hoje à comunidade internacional para que demonstre tolerância e humanidade com o número crescente de refugiados, que alcançou níveis históricos.

© Eric Gaillard / Reuters

No Dia Mundial do Refugiado, Ban Ki-moon recordou, em comunicado, que no final do ano passado alcançou-se um recorde de refugiados, deslocados e pedidos de asilo, num total de 59,5 milhões de pessoas.

"Isto significa que um em cada 122 seres humanos é refugiado, deslocado ou está em busca de asilo", acrescentou o secretário-geral da ONU, ao recordar dados divulgados na quinta-feira pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).

"Eles [refugiados] tinham as suas vidas antes de serem obrigados a saírem dos seus países, e o seu maior sonho é regressar à normalidade", acrescentou Ban Ki-moon.

O responsável mencionou os conflitos na Síria, no Iraque, na Ucrânia, no Sudão do Sul, na República Centro-africana, na Nigéria e em partes do Paquistão, zonas onde se registou "um impactante aumento e aceleração" da deslocação de pessoas por razões alheias à sua vontade.

"Além disso, muitos conflitos de larga duração continuam sem se resolver e o número de refugiados capazes de regressar a casa no ano passado foi o baixo dos últimos 30 anos", acrescentou.

"Neste Dia Mundial do Refugiado, façamos valer a nossa humanidade comum, celebremos a tolerância e a diversidade e abramos os nossos corações aos refugiados do mundo inteiro", disse.










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