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Raides aéreos contra seis regiões do Iémen

A coligação internacional liderada pela Arábia Saudita lançou esta noite um dos maiores ataques aéreos desde o início do Ramadão contra posições dos rebeldes no Iémen, noticia a AFP, citando residentes das zonas atingidas. 

© Khaled Abdullah Ali Al Mahdi

Seis regiões, onde os rebeldes xiitas '' huthis'' e respetivos aliados estão implantados, foram visadas pelos raides aéreos, os primeiros de maior intensidade desde o início, há uma semana, do jejum muçulmano do Ramadão, segundo vários residentes. 

As regiões visadas foram Saada (norte), Hijja (na fronteira com a Arábia Saudita), Hodeida (oeste), al-Baïda (centre), Lahj e Aden, no sul do país.

Em Chaqra, localidade da região de Al-Baïda, um atentado com uma viatura armadilhada fez vários mortos entre os rebeldes, afirmaram testemunhas.

O número de mortos não foi confirmado por fontes independentes. 

Em Aden, segunda maior cidade do Iémen, os combates prosseguem entre os 'huthis' e os apoiantes do presidente no exílio, Abdrabuh Mansur Hadi.

Quatro civis, incluindo duas mulheres, foram mortos e vários ficaram feridos nestes confrontos, segundo um responsável local. 

Estas vítimas juntam-se aos cerca de 40 mortos, incluindo vários civis, que morreram em combate no sul do país nos primeiros dois dias da semana. 

As consultas de paz sobre o conflito no Iémen que decorreram em Genebra, terminaram na semana passada sem que fosse alcançado o fim das hostilidades.

Os combates no Iémen, onde uma coligação liderada pela Arábia Saudita realiza desde 26 de março ataques contra posições rebeldes, causaram já 2.600 mortos, desde o fim de março, de acordo com dados da ONU.

Os ataques aéreos não travaram a progressão dos rebeldes que, além de Sanaa, controlam uma grande parte de Aden, segunda cidade do país, e grandes zonas de outras províncias.

A situação humanitária é catastrófica neste país da península arábica.


Lusa


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